O Tao nas ciências, nas artes e nas práticas orientais

Jardins, pintura, música e dança
A influência do Tao aparece também nas artes: os jardins chineses buscavam harmonia entre céu, montanhas, rios e plantas; as pinturas seguiam o mesmo princípio, sem começo nem fim aparente; a música carregava, além da harmonia técnica, uma harmonia intuitiva que vinha de quem compunha. A dança, juntando pintura e música em movimento, é considerada por muitos a arte mais completa dessa tradição.
Tai-Chi-Chuan, acupuntura, Yin-Yang e I-Ching
O Tai-Chi-Chuan busca recuperar o equilíbrio do corpo e da mente através do fluxo do Chi e dos meridianos — caminhos tão reais, à sua maneira, quanto as linhas de Greenwich, mesmo sendo invisíveis. O par Yin (negativo, feminino, lua, noite) e Yang (positivo, masculino, sol, dia) nunca representa o bem e o mal, mas sim opostos que se completam e formam, juntos, a unidade de qualquer situação. Quando essa escolha fica difícil, o I-Ching — antigo oráculo de 64 hexagramas — ajuda a encontrar o par certo; o psiquiatra Carl Gustav Jung recomendava seu estudo a quem busca se conhecer melhor.
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Fonte do Texto
Condensado e adaptado, por Euro Oscar, de O Tao do Ocidente, de P. G. Romano.
Direitos reservados, © 2000, pgromano@hotmail.com
Fonte da Imagem Editada
Autor: Sasin Tipchai (Tailândia).
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