Caminho de um Viajante — da irritação à calma

Pequenas vitórias, um passo de cada vez
Crescer não é uma linha reta. Há recaídas na impaciência, na irritação, no apego às coisas materiais — e, logo depois, pequenas vitórias que valem a pena reconhecer com honestidade, sem exagero e sem se cobrar demais. Faz parte do caminho aprender a perceber a má-fé dos outros sem se deixar contaminar por ela, lidar com as próprias cobranças exageradas, e notar como a música, a leitura escolhida com cuidado e os encontros com velhos amigos ajudam a manter o rumo nos dias mais difíceis.
Simplicidade, gratidão e o sentido da vida
Abrir mão de coisas e hábitos supérfluos é uma das práticas mais poderosas desse caminho: ela abre espaço interior para o Tao agir. Junto disso, vem a prática de agradecer sem cobrar nada em troca, o cuidado para não seguir regras rígidas demais só por hábito, e a busca cada vez mais consciente por simplicidade e autocontrole. Esse crescimento não tem ponto final: é um caminho contínuo, feito de ajustes do dia a dia — um passo de cada vez, sempre voltando ao centro quando se perde o rumo, sem culpa por ter se perdido.
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Fonte do Texto
Condensado e adaptado, por Euro Oscar, de O Tao do Ocidente, de P. G. Romano.
Direitos reservados, © 2000, pgromano@hotmail.com
Fonte da Imagem Editada
Autor: Sasin Tipchai (Tailândia).
Autorizada pelo site Pixabay.
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