O Conselheiro Mesquinho - Parte 2 (de 8)
Ao ver isso Illisa ficou sedento por uma pouco de bebida alcoólica. Illisa pensou em beber algo, mas se ele o fizesse, outros iam querer beber junto, e ele gastaria mais dinheiro."
Somente por esta razão ele reprimiu seu desejo por álcool.
O tempo passava, mas seu desejo não desaparecia. Em vez disso, ficara lutando e se preocupando constantemente, o que o fez parecer doente. Sua pele ficou amarelada e ele foi emagrecendo, emagrecendo até suas veias ficarem salientes.
Ele travou uma batalha constante contra a sede por um gole de bebida. Ele deitou de bruços, segurando firmemente na cama enquanto dormia.
Sua esposa começou a notar algumas mudanças nele. Um dia, enquanto massageava suas costas para confortá-lo, ela perguntou:
"Você está doente, meu marido?" "Não" disse Illisa. "O rei ficou zangado com você?" Ela perguntou. "Não", disse ele. "Nossas crianças ou os empregados fizeram algo que o aborreceu?", perguntou sua esposa.
Novamente ele disse: "Não". "Você tem algum grande desejo por alguma coisa?", ela continuou.
Illisa, o Mesquinho, continuou em silêncio. Ele tinha medo que se contasse a ela, aquilo terminaria custando algum dinheiro!
Mas sua esposa continuou argumentando, "Por favor diga-me, por favor diga-me". Finalmente engolindo seco e pigarreando ele respondeu, "Sim, eu tenho um grande desejo". "Desejo de que?", ela perguntou "Por um copo de bebida alcoólica", ele finalmente admitiu.
"Ó!, e isto é tudo", disse sua esposa. "Por que você não me disse isso antes? Você não é pobre. Você pode providenciar facilmente bebida alcoólica para você e para toda cidade também. Eu poderia fermentar um grande barril de bebida para todos nós".
Fonte
www.maisbelashistoriasbudistas.com
As Mais Belas Histórias Budistas, página criada por Sandro Neto Ribeiro, a quem muito agradeço pela oportunidade de aqui compartilhar estas edificantes parábolas.
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