Imagens de Animais Selvagens - 59


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O tamanduá-mirim é arborícola e habita da Venezuela ao sul do Brasil

O tamanduá-mirim (nome científico: Tamandua tetradactyla), também chamado tamanduá-colete, jaleco, melete ou mixila, é um mamífero xenartro da família Myrmecophagidae, sendo encontrado da Venezuela ao sul do Brasil.

É uma das quatro espécies de tamanduás e junto com as preguiças está incluído na ordem Pilosa. São reconhecidas quatro subespécies.

É um animal arborícola e pode ter até 105 cm de comprimento. É reconhecido principalmente por um padrão de pelagem que faz com que pareça que ele usa um colete preto, apesar de que essa coloração pode variar, com indivíduos totalmente pretos ou marrons. Possui longas garras nas patas anteriores, e caminha apoiando o peso sobre os pulsos dos membros anteriores, contrastando com o tamanduá-bandeira, que é nodopedálico.

Pode ser encontrado em muitos ambientes, desde florestas até savanas, mas é predominantemente florestal, sendo encontrado com frequência em bordas de florestas, preferindo forragear nesses ambientes. São animais solitários, de hábitos que podem ser tanto diurnos quanto noturnos. Alimenta-se preferencialmente de formigas e cupins, preferindo as castas reprodutivas de formigas, e não soldados.

Seus predadores incluem felinos de grande e médio porte, como a onça-pintada, a suçuarana e a jaguatirica. A onça-pintada, a suçuarana e a jaguatirica são predadores dessa espécie. O tamanduá-mirim faz parte de até 8,1% da dieta da suçuarana e 6,5% da dieta da jaguatirica na Estação Ecológica Juréia-Itatins, no Brasil. A harpia também pode capturar esses animais.

Os filhotes são carregados nas costas da mãe, até que se tornem independentes, mas ocasionamento podem ser deixados em "ninhos".

Está listado como "pouco preocupante" pela IUCN. Apresenta distribuição geográfica ampla, e é relativamente abundante nos locais em que ocorre, apesar de já terem ocorrido extinções locais. Não parece haver grandes ameaças para o tamanduá-mirim, apesar de que a caça para alimento ou venda como animal de estimação, predação por cães representam perigo à sobrevivência das populações dessa espécie. No Uruguai, as populações tendem a diminuir principalmente por conta da substituição de áreas naturais por plantações de Eucalyptus.

"Tamanduá-mirim" é um termo tupi que significa "tamanduá pequeno". "Colete" e "jaleco" são referências ao desenho de sua pelagem.

A distribuição geográfica do tamanduá-mirim vai desde o leste dos Andes, Venezuela até a Bolívia, Paraguai, e norte da Argentina e Uruguai, ocorrendo em toda a bacia Amazônica e Brasil, e na ilha de Trinidad.

Ao contrário do tamanduá-bandeira, possui uma cauda preênsil, e com pelos curtos, e as orelhas são relativamente maiores também.

São animais solitários, diurnos, apresentando comportamentos noturnos quando está em áreas perturbadas pelo homem. São ativos por oito horas ao dia, geralmente. Costumam se abrigar dentro de buracos em tronco de árvores, mas podem fazer isso em tocas de Euphractus sexcinctus.

Podem emitir grunhidos enquanto se alimenta, mas os sons relacionados ao tamanduá-mirim geralmente são devido à sua locomoção nos galhos de árvores, que podem ser confundidos até mesmo com o macaco-prego.

Fonte do texto: adaptado da Wikipédia.


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https://www.geerts.com


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