Buda e a Mulher Prepotente - Parte 1 (de 2)

Numa certa ocasião, Buda Shakyamuni visitou a casa de um homem rico e virtuoso. Logo que entrou em sua casa, ouviu gritos histéricos. Eram vozes de sua nora.

Apesar de ela ser de uma boa família, era uma mulher prepotente, com nariz empinado, não cuidava de seu marido nem seguia o Budismo. Essa nora era a fonte dos sofrimentos daquele homem rico.

Shakyamuni convidou então essa mulher para um diálogo e começou a conversar cordialmente, de igual para igual. Não foi um diálogo para repreendê-la, nem para obrigá-la a corrigir suas atitudes.

Este tipo de conversa prepotente não faz Parte do mundo do Budismo. O diálogo de Shakyamuni foi franco e com o sentimento de abrir o coração fechado e gélido daquela mulher.

Na ocasião, o Buda contou-lhe a respeito de sete tipos de esposa.

Essa parábola é narrada num ensino provisório anterior ao Sutra de Lótus, e reflete naturalmente a visão sobre a mulher que prevalecia nesse longínquo passado.

Nos dias de hoje, e conforme a visão de Nitiren Daishonin que afirma "Não deve haver discriminação entre homens e mulheres", a igualdade de direito constitui a essência imutável do Budismo e é o princípio fundamental da democracia moderna.

Com base nestas premissas, vamos analisar os sete tipos de esposa citados nos sutras, na próxima página.


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Fonte

www.maisbelashistoriasbudistas.com
As Mais Belas Histórias Budistas, página criada por Sandro Neto Ribeiro, a quem muito agradeço pela oportunidade de aqui compartilhar estas edificantes parábolas.


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