A Natureza de Buda em cada Ser Humano - Parte 1 (de 3)
Certa mãe levou seu filho doente a um médico. Esse deu à criança um remédio e instruiu à mãe para que não a amamentasse até que o remédio fosse digerido.
A mãe, não querendo recusar os seios à criança, mas lembrando-se da recomendação médica, untou o peito com uma substância amarga, a fim de que o filho, por sua própria vontade, não mamasse.
Após a digestão do remédio, a mãe limpou os seios e deixou que o filho sugasse.
A mãe empregou este método de salvar o filho porque o amava.
Como a mãe na parábola, o Buda, para remover equívocos e romper os apegos ao ego-pessoa, nega a existência de um ego; e, quando estes equívocos e apegos forem desfeitos, ele explica a realidade da verdadeira mente que é a Natureza Búdica.
O apego ao ego conduz os homens às delusões, mas a fé em sua Natureza de Buda os leva à iluminação.
Certa vez, foi legado um cofre a uma mulher. Não sabendo ela que o cofre continha ouro, continuou a viver na pobreza, até que alguém o abriu e lhe mostrou o ouro.
Assim, os Budas abrem a mente dos seres humanos e lhes mostram a pureza de sua Natureza Búdica.
Se todos os seres humanos têm essa Natureza Búdica, por que os homens se enganam uns aos outros, matam-se uns aos outros e, consequentemente, sofrem? E por que há distinções de classe, sendo uns ricos e outros pobres?
Fonte
www.maisbelashistoriasbudistas.com
As Mais Belas Histórias Budistas, página criada por Sandro Neto Ribeiro, a quem muito agradeço pela oportunidade de aqui compartilhar estas edificantes parábolas.
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