Discursos de Sai Baba

Instalem Deus no Altar do seu Coração e Meditem sobre Ele

Data: 23/02/2009 – Ocasião: Shivaratri1 (II) – Local: Prashanti Nilayam

Bharat é a terra mãe de muitas almas nobres que mereceram renome e fama em todos os continentes do mundo.
Esta é a terra de pessoas valorosas que derrotaram soberanos estrangeiros nos campos de batalha e conquistaram a independência.
Esta é a terra de excelência na música, literatura e outras belas artes.
Tendo nascido nesta grande terra de Bharat, ó rapazes e moças,
É seu dever sagrado proteger a sua rica herança cultural!
(Poema em télugo)


Encarnações do Amor Divino!

Passamos por noites diariamente desde que nascemos, mas nenhuma delas pode ser chamada de Shivaratri. As pessoas meditam, cantam e ouvem sobre a glória do divino nome do Senhor Shiva. Devido ao fato de passarmos a noite toda em meditação e cantando a glória do divino nome do Senhor Shiva, esta noite é chamada Shivaratri. Não somente esta noite, qualquer noite que vocês passem meditando sobre o divino nome, essa noite é também Shivaratri.

O Senhor Shiva não é uma avatar separado. De fato, Hari e Hara (O Senhor Vishnu e o Senhor Shiva) estão além da contemplação de alguém. Eles estão além do corpo físico. Muitas pessoas os contemplam como avatares dotados de um corpo físico e os adoram de uma forma particular. Elas desenvolvem um desejo profundo de visualizá-Los com essa forma. Mas, quem atribui essas formas à Divindade? Certamente, eles não encarnam com essas formas. Alguns pintores, como Ravi Varma, pintaram-nos com uma forma determinada, de acordo com a sua imaginação, baseados em certas descrições existentes nos Sastras2 e Puranas3. Isso é tudo!

De fato, Vishnu e Shiva não estão limitados a uma moldura física. Eles estão além das descrições. Eles não têm forma nem atributos. “Nirgunam, niranjanam, sanathana niketanam, nitya, suddha, budda, mukta, nirmala swarupinam” (Deus não tem atributos, é imaculado, a morada final, o eterno, o puro, o iluminado, o livre e a personificação da sacralidade).

Os devotos se acostumaram a contemplar e a adorar essas formas desde milênios. Eles desejam visualizar Deus nessas formas.

Deus está além das descrições e não se limita a determinada forma. Nenhum pintor, não importa quão grande ele possa ser, nunca poderá pintar um retrato de Deus. Como pode um pintor pintar a forma de Deus, se Ele é sem forma?

No entanto, Deus assume diferentes formas de acordo com os desejos dos devotos. Para quem quer que deseje visualizar Deus numa forma de sua preferência, Deus se manifestará naquela forma desejada. É somente para aquele momento específico. Não é permanente. Todas as formas atribuídas a Deus são apenas temporárias. A divindade está além do nome e da forma.

Certa vez a deusa Lakshmi foi até Parvathi e conjeturou:

Ó Gowri4! Você é muito jovem e Sambashiva é velho;
Ele tem cabelos emaranhados e se veste com uma pele de tigre
Ele monta um touro e está sempre em movimento;
Ele se adorna com serpentes;
Como você pode cortejá-lo?
Você não sabe disso tudo?
Ele não tem casa própria e dorme no cemitério.
(Canção em télugo)


Parvathi ficou profundamente perturbada com esses comentários e aproximou-se do Senhor Shiva, perguntando-lhe: ”Você não tem uma casa própria. Você não pertence a determinada casta ou linhagem. Além do mais, você é “arthanariswara” (andrógino). Como pode chamar a si mesmo de Deus?

O Senhor Shiva respondeu que Deus está além de nomes, casta e linhagem. Então, Ele voltou-se para Lakshimi e perguntou: “Ó Mãe Lakshimi! Você conhece os antecedentes do seu próprio marido? Ele está constantemente em movimento para proteger seus devotos e não tem tempo para comer e dormir. Se Ele parar para comer, algum devoto, como Draupadi, nesse meio tempo, rezar: “Ó Senhor Krishna! Eu estou em grande dificuldade. Por favor, salve-me”. Imediatamente, Ele correrá para resgatá-la, deixando o seu alimento. Portanto, Ele está constantemente em movimento para proteger os Seus devotos como Narada ou Prahlada. Como você corteja tal Senhor, que não tem tempo nem para comer e descansar?”.

Shiva então esclareceu que Deus não tem nome nem forma; Ele é imutável; Ele também não tem nascimento nem morte; nem começo ou fim; Ele é eterno e “Atmaswarupa”, (encarnação do Atma). Ele também enfatizou que é uma ilusão do homem atribuir um nome e uma forma a Deus. O Deus sem forma se manifesta em uma determinada forma e nome conforme os desejos dos devotos, para satisfazer as aspirações deles.

Deus é sem forma e sem atributos. São os devotos que atribuem a Ele alguns nomes, formas e qualidades e sentem-se satisfeitos. Todos os nomes e formas são “anithya” e “asathya” (evanescentes e falsos). A única, eterna e verdadeira forma de Deus é o Atma. Todas as coisas no mundo podem mudar; mas o Atma nunca sofrerá uma mudança. O universo inteiro está contido no Atma. Isso também é chamado consciência divina ou Aham, ou Brahman. As pessoas entendem mal essa verdade eterna, atribuindo-lhe muitos nomes e formas.

Quando o Deus sem forma assume uma forma, é natural que o ser humano medite sobre ela e O adore naquela forma. As pessoas obtêm grande satisfação e experimentam a bem-aventurança fazendo isso. Está tudo bem enquanto dura aquela forma. Uma vez que a forma divina deixa de existir, o que você fará? A felicidade e a bem-aventurança derivadas da adoração de determinada forma de Deus nasceu somente da sua ilusão. As vestimentas físicas duram por um determinado período e então deixam de existir. Depois, a divindade assume diferentes formas.

Por exemplo, você agora está apegado a este corpo físico. Você adora este corpo e recebe grande satisfação e bem-aventurança por isso. Mas, depois de algum tempo, este corpo pode desaparecer como o avatar anterior. Então, vocês não devem ficar tristes. Quando o divino Atma encarnado neste corpo físico alcança a sua morada eterna, é motivo de alegria e não de tristeza.

Na Tretha Yuga5 o avatar Rama veio. Ele foi para o exílio na floresta e destruiu vários demônios, inclusive a grande rei rakshasa (demônio) Ravana. Tendo finalmente cumprido a sua missão avatárica, Ele entrou no rio Sarayu e desapareceu. Aconteceu o mesmo com o Senhor Krishna na Dwapara Yuga, ele deixou os seus restos mortais após ser atingido pela flecha de um caçador na floresta. Portanto, os invólucros físicos são sempre temporários e irreais.

O corpo é feito de cinco elementos e está destinado a perecer cedo ou tarde.
Mas, o morador interno não tem nascimento nem morte.
O morador interno não tem apego a nada e é a eterna testemunha.
Falando verdadeiramente, o morador interno, que é a forma do Atma, é realmente o próprio Deus.
(Poema em télugo)


Portanto, nunca considerem o corpo físico como permanente. Os corpos desaparecem conforme o tempo e as circunstâncias. Uma vez terminado o tempo prescrito, eles apenas desaparecem. Até mesmo as experiências ganhas pelo corpo físico desaparecem.

Considerando os corpos físicos como verdadeiros, se vocês querem ter o darshan do Senhor Krishna da Dwapara Yuga agora, como isso é possível? Enquanto Ele caminhou naquele corpo, Ele apareceu em Mathura, Brindavan, Gokul, Dwaraka etc. e fez as pessoas felizes com Seu darshan, sparshan e sambhasan (visão, contato e fala).

Pegue o exemplo de uma lâmpada elétrica. Cada lâmpada tem voltagem separada, a qual dura por um determinado período de tempo. Os avatares são como essas lâmpadas elétricas. Terminado um período, Deus encarnou como muitos avatares. Não seja apegado a uma forma física de um avatar em particular, mas à divindade como sem forma, sem atributos, Parabrahma, a qual se manifestou como diferentes avatares em diferentes eras.

Vocês nasceram como um bebê e cresceram como uma criança, um jovem e uma pessoa idosa. Todos esses diferentes estágios da vida são somente por um período limitado, mas vocês como indivíduos estão lá em todas as diferentes etapas. Os avatares vêm, cumprem as suas missões e desaparecem. Por isso, vocês devem meditar na divindade, a qual é verdadeira e eterna.

Existem três aspectos no “sadhana” (disciplina espiritual): concentração, contemplação e meditação. No momento, vocês estão fixando o seu olhar nesta forma; isso é concentração. Quando esta forma for embora, após algum tempo, vocês ainda olharão para esta forma com o olho da mente; isso é contemplação. Como resultado desse exercício, esta forma fica impressa no seu coração permanentemente. Isso é meditação. À medida que vocês vão meditando, então, a forma fica em seu coração para sempre.

Atualmente, vocês estão limitando seus sadhanas somente à concentração e contemplação. Esses dois estágios são apenas transitórios. É verdade que o primeiro passo no seu sadhana é a concentração. A concentração tem de ser transformada em contemplação e depois em meditação. Na etapa final da meditação, vocês continuarão a visualizar a forma de Deus mesmo que fechem os seus olhos. Os antigos rishis6 adotavam essa forma de meditação. Por isso Deus se manifestava diante deles sempre que eles desejavam, falava com eles, e realizava os desejos deles.

O nirakara, nirguna Parabrahma (sem forma, sem atributos e Ser Supremo) é imutável e eterno. Ele representa a realidade última. Ele é conhecido por diferentes nomes como Rama, Kkrishna e Sai. Não façam qualquer distinção entre os nomes, pois Parabrahma está além dos nomes e das formas. Instalem essa realidade última no altar do seu sagrado coração e meditem constantemente nela.

Algumas pessoas tendem a interpretar erroneamente os sastrase, os puranas (escrituras e textos antigos) para satisfazer as suas conveniências e fins egoísticos. Uma pequena história: Uma vez, um impostor posando de renunciante parou diante de uma casa e suplicou por comida dizendo: “Bhavathi bhiksham dehi” (Eu estou com fome, por favor, dê-me comida!). A dona da casa ouviu o seu pedido e saiu. Ela disse-lhe, “Senhor! Por favor, vá até o rio, tome um banho e volte; enquanto isso, deixarei a comida pronta para o senhor.”

Então o sanyasi (renunciante) citou uma frase dos puranas “Govindethi sadasnanam” (a repetição constante do nome de Govinda é tão boa quanto tomar banho).

A dona da casa imediatamente percebeu que a pessoa parada diante de sua porta pedindo comida não era um verdadeiro renunciante e respondeu: “Filho querido! Govindethi sada bhojanam (a repetição constante do nome de Govinda é tão bom quanto uma refeição) O senhor pode ir embora.”

Diz-se que o rosto é o indicador da mente. Ele reflete os nossos pensamentos e sentimentos íntimos. Se o suposto renunciante dessa história acreditasse realmente na glória do nome divino, ele teria tomado um banho antes de pedir comida. Ele era uma pessoa preguiçosa. Ele queria comida para satisfazer a sua fome, mas relutou em tomar um banho antes da refeição. Nunca acreditem em tais impostores.

Algumas pessoas se sentam em silêncio, e fecham os seus olhos. Eles dizem que estão fazendo meditação. Isso não é meditação. Eles podem estar sentados silenciosamente, mas as suas mentes podem estar vagando, pensando nas mais diversas coisas. Somente uma mente que é inabalável e fixada firmemente na realidade maior pode ser chamada de meditação. A meditação é o próximo estágio da contemplação.

Um pequeno exemplo: vocês podem ter conseguido as primeiras notas da classe nos exames do meio do ano, mas não estão capacitados a receber o diploma. Somente depois de passar pelos exames finais você estará qualificado para receber o diploma. A contemplação e a meditação se comparam aos exames de meio de ano e aos exames finais. Pois, a espiritualidade representa o mais alto estágio na vida.

Hoje em dia, as pessoas estão absortas na busca de objetos físicos e mundanos, se esquecendo dos objetivos morais e espirituais. Como elas podem conseguir progresso espiritual? Se alguém deseja ter uma experiência espiritual, tem de adquirir a força necessária para enfrentar o exame final.

Dizer que este é meu corpo, minha casa, minha propriedade etc. representa o aspecto físico. Quando vocês dizem, “este é o meu corpo”, isso significa que “meu” é separado. Isto é, você está separado do seu corpo. Da mesma maneira, quando vocês dizem “minha mente (manas)”, “meu intelecto (buddhi)”, “minha mente subconsciente (chitta)” etc., isso significa que eles estão separados de você. Portanto, a sua verdadeira natureza é o “EU”, o qual está separado de tudo que vocês chamam como “meu corpo, minha mente, meu intelecto”, etc.

Vocês têm de sacrificar todos os seus karmas (isto é, os frutos de suas ações). Isso quer dizer que vocês têm de praticar os seus karmas (ações) com uma atitude de “Sarva karma Bhagavad preethyartham” (todas as ações são praticadas com espírito de rendição a Deus). Somente então vocês se tornarão imortais.

Se vocês desejam atingir o verdadeiro e eterno estado, vocês devem perceber o Atma Tathwa (o Principio Átmico). Somente as Upanishads delineiam o Atma Tathwa extensivamente, não os épicos como a Bhagavatha e o Ramayana. O mesmo Atma Tathwa, que é a suprema realidade, encarna de era em era para restaurar o dharma, sempre que ele se encontra em declínio, como está dito na Bhagavad Gita:

“Yada yada hi dharmasya glanir bhavati bharata,
Abhyutthanamadharmasya tadatmanam srujamyaham”.
(Verso em sânscrito)

“Ó Arjuna! Quando existe um declínio do dharma e o surgimento do adharma, Eu encarno de era em era para o restabelecimento do dharma.”

Instalem Deus no altar de seus sagrados corações e meditem Nele constantemente. A despeito do sofrimento, dificuldades e calamidades que possam enfrentar, agarrem-se a Ele firmemente. Eles perturbam os seus corpos, não vocês; por isso vocês são separados dos seus corpos. O corpo é como uma caixa na qual a mente, o intelecto, chitta (mente subconsciente), indriyas (os sentidos), e anthakarna (os quádruplos instrumentos internos e psicossomáticos da mente, do intelecto, da memória e do ego) estão guardados.

Nós cultivamos as qualidades como raiva, ciúme, inveja e orgulho devido ao nosso contato com o mundo exterior. Somente quando nos livramos dessas qualidades, desfrutamos da paz. Por isso, devemos começar o nosso sadhana com sathya (verdade) e dharma (retidão).

Quando a verdade e a retidão andarem juntas, shanti (paz) reinará. A paz traz o amor. Onde existe paz, não pode haver ódio. Quando desenvolvemos o ódio contra alguém, isso significa que a fonte do amor secou em nosso coração. Quando existe amor no nosso coração, não nos enraivecemos, mesmo quando alguém nos acusa.

Normalmente, não nos importamos com ninguém quando estamos enraivecidos. Muitas pessoas falam mal de Mim, Me acusam, e até Me questionam, mas isso não Me perturba. Eu estou sempre feliz e bem-aventurado. Esse é o verdadeiro amor.

Onde existe raiva, ódio e ciúme, quer dizer que não existe amor. Portanto, sigam sempre o refrão “Amem a todos Sirvam a todos”! A base para seguir esse princípio é sathya e dharma (verdade e retidão). Digam sempre a verdade e sigam em retidão.

Contra esse princípio, as pessoas agora estão discursando demais sobre o dharma, sem trilharem, eles mesmos, o caminho do dharma. O dharma não pode sobreviver em tais circunstâncias. Diz-se, “Sathyannasti paro dharmah” (não pode existir um dharma maior do que dizer a verdade). Sathya e dharma são como as duas mãos, as duas pernas e os dois lábios em um corpo humano. Somente quando os dois lábios trabalham juntos, o ser humano pode falar. Similarmente, somente quando sathya e dharma andam juntos, a paz reina. Onde não existe dharma, o amor não pode existir. Então, sathya e dharma são as bases para todos os outros valores como shanti (paz), prema (amor) e ahimsa (não violência).

(Bagawan cantou o bhajan, “prema mudita manase kaho...” e continuou o Seu discurso)


Encarnações do Amor Divino!

Meditem sempre no nome divino – não apenas contemplação, mas meditação. Essa meditação deve ser com amor por Deus. Sem amor, a sua meditação não conseguirá o resultado desejado. O seu amor por Deus deve ser contínuo, dia e noite. É possível que fiquem com raiva e sintam ódio por Ele quando vocês rezam para Deus realizar algum desejo e as coisas acontecem ao contrário. Mas, isso nada tem a ver com espiritualidade. A sua natureza inata e o amor por Deus não devem sofrer mudança.

Continuem apegados ao nome divino. Essa é a verdadeira meditação. Quando vocês estão em meditação profunda, nada no mundo exterior pode ser visível para vocês, mesmo que estejam com os olhos abertos.

Outro aspecto sobre o qual vocês precisam ter cuidado é com a sua fala. Falar demais é muito ruim. Não se entreguem a conversas excessivas. Tentem corrigir a sua natureza. Observem o silêncio o maior tempo possível e fiquem quietos. Falem somente o necessário. Apenas respondam às perguntas. Se vocês falarem mais, serão tachados de tagarelas. Falar em excesso não é bom, até mesmo sob o ponto de vista da saúde. Isso é muito importante, especialmente em se tratando de crianças.

Vocês devem manter as suas mentes firmes desde a juventude. O que é importante não são os estudos de livros, mas a estabilização de suas mentes. Os livros, vocês sempre podem estudar – na sala de aula, no alojamento, etc.

Vocês todos estão felizes? (todos os estudantes a uma só voz responderam que estavam felizes.)

(Bhagawan concluiu o Seu discurso com as palavras, “Sejam sempre felizes, felizes, felizes.”)


Notas

1 - Shivaratri, Sivarathri ou Shivarathri é um dia importante para os adoradores do Senhor Shiva. Em sânscrito, Shivaratri significa literalmente "A Noite de Shiva". É determinado de acordo com o sistema do calendário védico. As pessoas fazem jejum durante o dia e oram a Shiva. Os adoradores se abstêm de todos os maus hábitos e praticam rituais de adoração a Shiva durante toda a noite até o amanhecer. Acredita-se que, nesse dia, o Senhor Shiva abençoa os seus adoradores, concedendo moska (liberação) aos Seus devotos sinceros. É uma festividade hindu realizada na lua minguante de fevereiro, na qual os devotos passam a noite cantando e se dedicando a atividades espirituais, com o intuito de sublimar as más qualidades da mente.

2 - Escrituras hindus que contêm os ensinamentos dos Rishis, os sábios da antiguidade.

3 - Coleção de lendas e doutrinas antigas e imbuídas de princípios universais, religião eterna e ética.

4 - Em sânscrito, significa “branco”. É outro nome para a deusa hindu Parvati, consorte de Shiva, assim chamada devido à cor clara de sua pele.

5 - No hinduísmo, a Treta Yuga é a segunda das quatro Yugas, ou eras. Antes dela veio a Sathya Yuga da moralidade perfeita e, depois dela, a Dvapara Yuga. Na Tetra Yuga, o touro do dharma, que simboliza a moralidade, se apoiava em três pernas; na Sathya Yuga, em quatro pernas, em duas na Dvapara Yuga e, atualmente, na Kali Yuga, a idade imoral de Kali, ele se apoia em apenas uma perna.

6 - Sábios da antiguidade.



Tradução e revisão da Coordenação de Publicação
Conselho Central do Brasil



Índice dos Discursos

Setor sendo ampliado


Fonte

Organização Sri Sathya Sai do Brasil.
https://www.sathyasai.org.br


Agradecimento

Muito grato à equipe do site da Organização Sri Sathya Sai do Brasil, por ter atendido dois pedidos meus, via mensagens de e-mail, em agosto de 2007: o primeiro deles para utilizar os materiais do seu site; e o outro me consentindo a conversão dos PDFs com os discursos para páginas HTML, para uso neste site.



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