A Conduta Filial - Parte 2 (de 2)

Meu filho, Wu-I, tinha marcas parecidas com as sete estrelas da Ursa Maior em seu peito e, na sola de seu pé direito tinha uma mancha negra". Acabando de dizer isso, ela morreu.

Quando os cinco filhos estavam acompanhando o corpo dela ao cemitério, encontraram o magistrado local na estrada.

O magistrado deixou cair uma bolsa contendo documentos importantes, e os cinco rapazes, sendo acusados de roubá-la, foram detidos e amarrados.

Quando o magistrado os confrontou, indagou: "Quem são vocês?", e os cinco jovens contaram-lhe tudo o que ouviram de sua mãe.

Ao ouvir isso, o magistrado quase caiu de seu assento, fitou os céus e então curvou-se em prantos. Ele libertou os cinco homens das cordas que os prendiam, conduzindo-os ao seu assento, e disse:

"Sou Wu-I, e foi de minha mãe que cuidaram! Durante estes vinte e quatro anos conheci muitos prazeres, mas como jamais pude parar de pensar em minha amada mãe, eles nunca foram reais prazeres para mim!".

Logo, ele apresentou os cinco homens ao soberano do país, e cada um foi designado chefe de uma província.

Deste modo, mesmo sendo estranhos foram recompensados quando se reuniram e trataram alguém como a um pai ou mãe.

Isto se aplica ainda mais ao caso de irmãos e irmãs verdadeiros quando eles se tratam com amabilidade e cuidam de seus próprios pais!

(Esta parábola é citada por Nitiren Daishonin em uma de suas escrituras.)


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Fonte

www.maisbelashistoriasbudistas.com
As Mais Belas Histórias Budistas, página criada por Sandro Neto Ribeiro, a quem muito agradeço pela oportunidade de aqui compartilhar estas edificantes parábolas.


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