Uma ilustre m�dica, a Dra. J. Brandt, cujo pr�prio caso j� foi comentado, e que foi condecorada com a Ordem do M�rito pela American School of Naturopathy curou muitos pacientes de c�ncer com o tratamento pelas uvas e simultaneamente meios naturais de desintoxicar o organismo. Mas a maioria dos pacientes j� lhe chegou �s m�os depois de serem tratados por cirurgias, quimioterapia e radioterapia e esses dificilmente foram curados...(continua no livro)
�Em condi��es prop�cias, pacientes com c�ncer bem avan�ado foram curados por n�s, quando ainda n�o haviam sido operados pelo cirurgi�o. Por�m, nos casos em que al�m da a��o maligna e devastadora do c�ncer, os tecidos foram seccionados e ocorreu uma interrup��o permanente na circula��o do sangue e na corrente nervosa, quando se removeram �rg�os e gl�ndulas ou houve amputa��o de membros, quando o sangue foi envenenado por meio de inje��es, quando a radioterapia destruiu os tecidos, quando, para resumir, os enfermos recorrem a n�s em tal condi��o, enfatizo que o tratamento pelas uvas j� n�o os poder� salvar.�
O c�ncer de mama, na It�lia, acometia muito mais as mulheres que ingeriam uma quantidade maior de carne, leite, queijo e manteiga. (Fonte: "Calorie-providing nutrients and risk of breast cancer" - P. Toniolo et al - Journal of the National Cancer Institute - 1985: p�g. 81:278.)
No Jap�o, mulheres mais abastadas depois que come�aram a comer carne diariamente foram acometidas de c�ncer nove vezes mais em rela��o �s que dificilmente ou nunca se alimentavam de carne. (Fonte: "Epidemiology of breast cancer with special reference to the role of diet" - T. Hirayama - Preventive Medicine, 1978 - 7: 173-95.)
A quimioterapia e a radioterapia n�o elevam a sobrevida de pacientes depois de cirurgia de ressec��o de adenocarcinoma de c�lon, pr�stata, mama, �tero, pulm�o, bexiga, rins e p�ncreas, segundo pesquisa publicada em 1985 pelo National Cancer Institute. O cirurgi�o-chefe dessa institui��o, Dr. Steven A. Rosenberg, depois de realizar a ressec��o de um c�ncer (adenocarcinoma de c�lon) no ex-presidente Ronald Reagan prescreveu-lhe, em 1985, em substitui��o � quimioterapia, uma dieta de cereais integrais, verduras, legumes, leguminosas, sementes, frutas e derivados de soja. 13 anos depois, Reagan n�o apresentava sinais do c�ncer. (Fonte: "Combined-Modality Therapy of Cancer" - Steven A. Rosenberg - New England Journal of Medicine - 1985 -7 -312: 1512-1514.)
O Dr. H. Nieper, Diretor de Servi�os M�dicos do Hospital Silbersee, em Hanover, Alemanha, n�o � qualquer m�dico, pois foi inclu�do na lista dos 500 maiores cientistas do planeta, da publica��o "Quem � Quem na Ci�ncia Mundial. Ele era ent�o o Diretor da Sociedade Alem� de Tratamento do Tumor. Por ocasi�o de uma das suas viagens aos EUA, em 1972, ele proclamou:"...ap�s mais de 20 anos de trabalho especializado descobri que as nitrilosidas, na forma da vitamina B-17, s�o o melhor tratamento ou meio preventivo que se conhece contra o c�ncer. Na minha opini�o � a �nica possibilidade que temos para controlar o c�ncer."
Nos EUA as autoridades e os �rg�os competentes proibiram todos os tratamentos alternativos de c�ncer, mesmo havendo provas e comprova��es de que sejam superiores, mais baratos, mais indolores em rela��o �s oficializadas quimioterapia, radioterapia e cirurgias. Muitos m�dicos competentes e famosos, enfermeiros e terapeutas naturais, enfim quem ousou desafiar essa ditadura, foram processados, cassados ou presos, n�o sob a acusa��o de terem matado pacientes por�m por os terem curado por meios naturais.
Dezenas de m�dicos ilustres tiveram de se estabelecer no M�xico ou em outros pa�ses, para n�o serem encarcerados. No in�cio de 1974 a Comiss�o M�dica do Estado da Calif�rnia acusou formalmente o Dr. Stewart M. Jones, por ter utilizado laetrile para tratar pacientes de c�ncer. Posteriormente se soube que um dos membros dessa comiss�o acusadora, o Dr. Julius Levine, empregava laetrile contra o seu pr�prio c�ncer. Quando o fato foi juntado aos autos ele preferiu renunciar e em seguida apoiou o acusado Dr. Jones...(continua no livro)
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O livro � educativo e informativo e n�o incentiva a
auto-medica��o, portanto n�o substitui os cuidados de
um bom profissional da sa�de, atualizado, consciente,
com conhecimentos abrangentes e compreens�o hol�stica
da vida, da sa�de, da nutri��o e que saiba p�r em pr�tica
esses crit�rios, em prol de cada um dos seus pacientes.
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