Saúde e Nutrição para o Século 21:
Amostra de tópicos do E-book de Euro Oscar
"Saúde e Nutrição para o Século
21"
Os tópicos desta amostra
não estão em seqüência no livro
Abaixo, 2 dos 9 casos do livro, sobre o laetrile
WILLIAM SYKES
No outono de 1975, William Sykes, de Tampa, Flórida, havia desenvolvido uma leucemia linfocítica, além de câncer do baço e do fígado. Após a remoção do baço os seus médicos lhe disseram que na melhor das hipóteses ele teria mais uns poucos meses de vida. Recomendaram-lhe a quimioterapia, não para cura mas para tentar lhe dar mais umas semanas de vida. Em vez disso o sr. Sykes optou pelo laetrile. E segundo as suas próprias palavras, eis o que aconteceu:
“Quando nós vimos o médico algumas semanas mais tarde, ele explicou como e porque o laetrile estava ajudando muitos pacientes de câncer, e sugeriu que eu recebesse injeções intravenosas de 30 cm3 de laetrile diariamente pelas próximas três semanas. Ele também me forneceu enzimas e uma dieta para eu seguir, com suplementos alimentares. Em poucos dias eu me sentia melhor, todavia na sua terceira visita o doutor me revelou que não poderia mais me tratar. Preveniram-no de que se continuasse a aplicar o laetrile a sua licença de médico seria cassada. Contudo ele ensinou à minha esposa como administrar essa vitamina, vendeu-nos o suprimento que ainda tinha e nos deu o endereço onde poderíamos obter mais.”
“Na semana seguinte continuei com o tratamento planejado e me sentia melhor a cada dia. Em uma tarde o médico de Ann Arbor telefonou para perguntar porque eu não havia regressado para a quimioterapia. Ele disse que eu estava jogando uma "roleta russa" com a minha vida. Finalmente ele me persuadiu a voltar para a quimioterapia, e voltei com os tratamentos em Ann Harbor. A cada dia eu ia me sentindo pior. Meus olhos ardiam, meu estômago parecia estar-se incendiando. Em poucos dias eu estava tão fraco que mal eu conseguia sair da cama. A "cura" (as aspas são dele mesmo) estava me matando mais rápido que a própria doença. Eu não podia mais concordar com aquilo e suspendi a quimioterapia.”
“Dei continuidade ao programa com o laetrile e suplementos alimentares e rapidamente fui me sentindo melhor. Dessa vez os bons resultados do laetrile foram mais lentos, porque além do câncer eu tinha de vencer os efeitos da quimioterapia. Em pouco tempo eu poderia fazer de novo os meus esforços e exercícios, sem me cansar. Vinte anos atrás os médicos vaticinaram que eu só viveria mais uns poucos meses, e agora, aos 75 anos de idade ainda jogo tênis duas vezes por semana.”
Em uma carta ao autor G. Edward Griffin, datada de 19 de junho de 1996, a sra. Hazel Sykes adicionou o seguinte informe:
“Depois que Bill havia vencido o câncer um dia veio um médico a ele (Esse era um M.D. - Medical Doctor- que aplicava quimioterapia num hospital bem conhecido). Ele queria saber como Bill tinha derrotado o câncer, porque a sua esposa estava muito doente, com câncer. Bill disse-lhe: ‘eu nunca daria quimioterapia a nenhum dos meus amigos ou familiares.’ Esse não foi o único médico que veio até Bill com a mesma pergunta.”
BUD ROBINSON
A seguinte carta de Bud Robinson, de Phoenix, Arizona, enviada ao Dr. Ernst Krebs Jr., dispensa comentários adicionais:
“Prezado Dr. Krebs [a quem se atribui a descoberta da vitamina B-17, que sintetizou com o nome de laetrile e já era conhecida e aplicada desde 1835, pelo menos, com o nome de amidalina]:
Obrigado por me proporcionar mais um aniversário (17 de maio). Por favor, novamente, lembre-se do dia 15 de novembro de 1979, quando o meu médico e mais quatro urologistas prognosticaram-me que eu teria no máximo mais quatro meses de vida, devido ao meu câncer de próstata, e tomaram providências para eu me submeter a radiação e quimioterapia. Eu sabia que tais sessões iriam me matar, caso o câncer não o fizesse, e recusei o tratamento deles. Então, numa tarde de domingo eu contatei o sr. por telefone e adotei o seu simples programa. Estou com 71 anos de idade e estou comemorando 13 anos [de sobrevivência]. Três daqueles quatro urologistas morreram de câncer da próstata, e 40 ou 50 pessoas se mantêm vivas hoje, e passando bem, porque elas seguiram o meu simples programa Krebs. Obrigado, mais uma vez, por ter salvo minha vida.
Seu amigo, H. M. ‘Bud’ Robinson."
Essa carta foi escrita em 1992. Quando o autor o contatou, em junho de 1996. O sr. Robinson continuava bem e forte, aos 75 anos, e até então ele já ajudara 90 doentes a se recuperarem de câncer. O uso da amidalina [outro nome do laetrile] para tratar o câncer não é novidade. O caso mais antigo registrado foi publicado em 1845 na Paris Medical Gazzette. Deram a um jovem paciente de câncer 46.000 mg (ou seja, 46 gramas), durante um período de diversos meses, em 1842, e conforme se divulgou, continuava vivo à época do artigo, três anos mais tarde. A partir de 1834 uma mulher com câncer espalhado pelo corpo recebeu quantidades variáveis de amidalina e continuava sobrevivendo ao câncer na ocasião da reportagem, onze anos depois.
Desde a publicação dessa matéria houve literalmente milhares de histórias publicadas e documentadas, sobre casos semelhantes. É importante saber isso, porque, como previamente demonstrado, os porta-vozes da medicina convencional determinaram autoritariamente que simplesmente não há evidência de que o laetrile funciona. Mas a verdade é outra, pois as evidências estão em todos os lugares. Quando confrontados, perante tais evidências, alguns médicos, em razão do seu viés contra a medicina nutricional, buscam explicações alternativas. A preferida deles é a de que o organismo deu uma resposta tardia aos tratamentos deles contra o câncer. No entanto são raros os casos com tais tipos de respostas. Em determinados locais onde o câncer se instalou -como, p. ex., o corionepitelioma nos testículos- tais alegadas respostas tardias de cura são tão raras que se ocorrerem vão desafiar as análises estatísticas. E quando surge alguém não com um só mas com uma coleção de casos de câncer, desses tipos determinados, e todos com resposta positiva ao tratamento com a vitamina B-17, é irracional creditar as melhoras a “regressões espontâneas”...(continua no livro)
PEDE-SE UMA REVISÃO DRÁSTICA
NO CURRÍCULO DAS FACULDADES
Até há algumas décadas a transmutação biológica só era admitida como especulação de alquimistas e ocultistas. Veja, porém, na próxima página, alguns precursores que observaram esse fenômeno, que embora complexo é natural. O francês Claude Louis Kervran percebeu esse fenômeno desde a sua juventude. Em 1975 foi indicado ao prêmio Nobel, por essa fantástica descoberta e dizem que só não o ganhou por pressões das indústrias siderúrgicas, porque Kervran descobriu que bactérias podem transformar o manganês em ferro. A priori, a transmutação parecia ser contra as leis da Química, mas o próprio Kervran deu uma boa resposta: a Química lida com as alterações fora do núcleo do átomo, nas suas camadas de elétrons. A transmutação, com baixa energia, não radiativa, em temperatura ambiente, é natural nos núcleos leves. No seu livro Kervran reporta casos, sugerindo que os métodos clássicos, utilizados na maioria dos hospitais e clínicas, devem ser revistos. Muitos casos de fratura se resolvem em cerca de 20 dias, simplesmente com o uso oral de...(continua no livro)
NÚCLEOS ATÔMICOS LEVES SÃO DIFERENTES
Kervran disse que o núcleo do átomo nos elementos leves é totalmente diferente do que a Física Nuclear tem suposto como o tipo médio, que só é válido para os elementos pesados. As partículas vão de um núcleo para outros; isso acata leis da Natureza e ocorre com os núcleos de hidrogênio, oxigênio, e às vezes, carbono e lítio. Kervran viu que nas reações nucleares biológicas o oxigênio só surge como O e nunca como O2. As reações com nitrogênio só ocorrem com N2. Ele comprovou que a causa de intoxicação por gás carbônico em soldadores elétricos, sem máscara, era a mudança da molécula N2, do nitrogênio, em monóxido de carbono (CO). O peso molecular de ambas é 28. O nitrogênio constitui 79% do nosso ar. O fenômeno só ocorria quando o ar se impregnava por chapas incandescentes de metal, o que desencadeava a perigosa mudança.
FILTRO DE PRATA COLOIDAL
A prata coloidal era usada antes do advento dos antibióticos e no início dos anos 1900 o Dr. Searle e o Dr. Crookes comprovaram que a prata coloidal elimina em somente 5 ou 6 minutos, de forma radical, mais ou menos 650 tipos de microrganismos, como vírus, bactérias e fungos. Nenhum deles adquire resistência contra a prata nem gera descendência forte contra a mesma prata coloidal. Por isso é imprescindível haver filtros de prata coloidal na cozinha de casa, no trabalho, em hospitais, clínicas, consultórios, clubes, creches, postos de saúde, associações, indústrias, etc.
Ela esteriliza melhor que qualquer produto químico e pode ser aplicada sobre queimaduras, feridas, cortes, espinhas, etc. Recomenda-se adquirir água destilada em qualquer farmácia e submeter a mesma à prata coloidal. Um pouco dessa água destilada e com prata coloidal pode ser diluída num litro ou num garrafão de água. E essa água pode ser borrifada na pele, contra caspa, coceira, nos órgãos genitais, nas meias e sapatos. Útil em bochechos e gargarejos, agindo contra cáries, viroses, infecções e outros problemas da boca, dentes e garganta, melhorando o hálito, ao destruir bactérias em torno da língua e da região da garganta. Pode ser usada nas narinas ou nos olhos, cuidadosamente.
Se empregada em produtos recém abertos, como leite, potes, garrafas, que sejam perecíveis, pôr um pouquinho dessa água prolongará a vida útil do produto, ao retardar a ação dos microrganismos nocivos. Pode também ser posta na água do gato ou cachorro, dos passarinhos, nas plantas, nos talheres, sobre o lixo. É importante a prata coloidal ficar em contato permanente com a água e não apenas revestir os dutos, pois o contato não seria suficiente. Os antigos conheciam esse segredo. A prata coloidal estrutura molecularmente a água. Por isso, é recomendável ter um filtro de prata coloidal novo, de boa procedência, e saber utilizá-lo corretamente.
TÉCNICA PARA AJUDAR PESSOAS EM COMA
Tudo que é falado, conversado, próximo à pessoa que está inconsciente, ou em coma, desmaiada, anestesiada, ou simplesmente dormindo é captado por ela. Deve-se portar com otimismo, carinho, conforto, palavras doces, amorosas, ótimos sentimentos. Mesmo que isso não seja totalmente verdadeiro, que a pessoa, criança, bebê ou gato, cachorro, aparentemente não mereça tanto, a ser em questão será amplamente beneficiado e se tornará melhor perante tudo e todos, em algum grau de intensidade.
Consoante relatos do estudiosos espiritualistas, a pessoa recém-falecida igualmente recebe as impressões do que se passa em torno do seu corpo, por isso se deve orientar os familiares, amigos, admiradores do pranteado a terem um comportamento condizente durante o velório, com orações em voz alta e enaltecendo o falecido, desejando-lhe luz e amor, proteção de Deus e dos anjos (ou adaptando isso à crença do homenageado), etc.
O Dr. Jong Suk Yum, muito conhecido no Brasil por uma série de livros sobre meios naturais de saúde e cursos e palestras durante as décadas de 1970 e 1980, descreveu um evento que protagonizou. Ele viajou para proferir uma palestra, e a caminho se hospedou num hotel, em outra cidade. Enquanto repousava foi procurado por seguidores das suas lições e cursos, que moravam por ali e souberam da sua presença. Foram a uma sala de reuniões, com muitas outras pessoas que não conheciam a “Probiótica” desse médico.
“O sr. W. se estatelou no chão e ficou imóvel, enquanto eu me pronunciava aos presentes. E eu lhes avisei: ‘calma, senhores. Trata-se de hemorragia cerebral. Os olhos estão esbugalhados e com as pupilas dilatadas. Alguém trouxe máquina fotográfica? Seria bom. Se ele estivesse espumando saliva seria epilepsia. Nada do que se falar agora sugestionará sua mente, mas quando as pupilas se tornarem pequenas, tudo o que se falar perto dele será sugestionante. Ele está entre a vida e a morte, fora do mundo material, porém não está morto. Observem como está pálido, quase branco, o rosto dele. As artérias junto às têmporas parecem minhocas, de tão dilatadas. Isso foi a causa da hemorragia cerebral. Daqui a dez minutos o seu rosto se avermelhará, e então porei um travesseiro sob a sua nuca.’
Cautelosamente carregamos o sr. W. até o meu quarto, pondo-o no chão, já que a cama era macia demais. Depois de dez minutos o rosto do sr. W. principiou a corar. Instalei o travesseiro mas em seguida precisei retirá-lo, pois o rosto dele ficou branco novamente. E isso sucedeu quatro vezes consecutivas, até que, finalmente, a coloração do sr. W. se normalizou. Então disse a todos: ‘não se pode falar mais nenhuma coisa negativa, porque o sr. W. está captando todas as sugestões do ambiente pela sua mente. Se ouvir impressões negativas ele realmente pode aceitá-las e morrer. No começo a pupila estava dilatada, depois esteve contraída e já está normal. A mente dele está aberta para sugestões. Portanto, sejam muito cuidadosos com o que disserem.’
Entretanto os seus olhos se mantinham arregalados. Movi lentamente o seu abdômen e com isso o sr. W. pôde relaxar as pernas e a mão. Mais uma vez falei:
‘senhores, olhem as pupilas, como estão cada vez mais contraídas. Se continuar nessa maneira, o sr. W. terá convulsões. Brevemente ele ouvirá tudo que dissermos.’ Falei ao sr. W.: ‘sr. W., está tudo bem, não existe nada que possa preocupar, fique à vontade.’ E o sr. W. começou a falar: ‘desculpe-me pela confusão.’ ‘Não houve nada, sr. W. Por sorte isso não ocorreu em degraus de escada ou na condução de um carro.’ A seguir, alguém que estava ao meu lado disse: ‘por favor, abra o zíper da calça do sr. W. Quando diminuir a pressão abdominal ele irá urinar.’ Já presenciei diversos casos de hemorragia cerebral semelhantes à do sr. W., portanto conheço o seu desenvolvimento. Ele permaneceu umas duas horas tranqüilamente. Tornamos bem arejado aquele recinto. Depois nós o transportamos até a sala de reuniões, onde ele ficou mais duas horas deitado.
Quando todos se retiraram, o sr. W. seguiu junto, e a pé, por incrível que possa parecer. Um dos participantes do grupo “probiótico” da cidade, que presenciara a tudo, perguntou-me: ‘Professor, o senhor sempre disse que quando uma pessoa cai por causa de uma hemorragia cerebral deve-se pôr no abdômen uma compressa com massa de soja e umedecer a cada 30 minutos tanto a boca como o ânus, manter o quarto arejado e escuro, etc. Todavia, desta vez o senhor agiu de forma diferente. Porquê?’ Respondi-lhe: ‘Ah, é porque o sr. W. estava diante de mim. Não era preciso fazer daquele jeito.’ Ele indagou: ‘Diante do sr.? Como assim?’ ‘Sim, quando ele caiu estava ouvindo a minha voz. Se as outras pessoas próximas tivessem falado ‘é hemorragia cerebral’ , ou ‘meu Deus, o homem vai morrer’ essas palavras teriam impressionado negativamente a mente dele e fariam que o seu ânus se contraísse, em vez de eliminar o que deveria. No entanto, eu agi ao contrário daquilo, dizendo-lhe que permanecesse calmo, que não era nada de preocupante. As palavras que eu lhe disse ficaram sugestionando a consciência dele. E assim os outros também se tranqüilizaram. O sr. W. ficou mais relaxado e devido a isso não foi necessário aplicar compressa nem umedecer o ânus e a boca de 30 em 30 minutos. Caso se pense que vai dar errado, nada acaba dando certo, mesmo. Palavras pessimistas sugestionam o doente e ele certamente pensará que não vai poder ficar bom, e com isso se põe tudo a perder. Sobretudo em casos de perigo de vida, jamais se deve exprimir que o indivíduo vai morrer ou que não vai dar certo. Ao invés disso, diga-se que ele está conseguindo se recuperar, que está tudo bem, tudo ótimo.’ “
Devem-se sempre repetir palavras, frases, conversas, muito otimistas, positivas, pois o doente está captando tudo isso, ainda que subconscientemente. Nunca se diga nada negativo nem pessimista. Isso colabora assaz na cura ou restabelecimento do paciente. Após voltarem a si os ex-comatosos costumam se recordar e comentar conversas, comentários, que ouviam dos médicos e enfermeiros. Alguém entre a vida e a morte se recuperou e desabafou que na ambulância, sem sentidos, via as enfermeiras fumarem ao seu lado, dizendo que ele morreria, e davam risadas. Foi sorte ficar bom. O Dr. Mehmet Oz, conhecido cirurgião cardíaco, relatou o caso de Johnny Copeland, o grande cantor de blues, que saiu do coma com a ajuda de sua própria música.
trecho 1
trecho 2
trecho 3
trecho 4
Currículo de autor premiado
Sorria ao acordar
e antes de dormir!
Muito obrigado pela visita,
veja sempre as novidades!
|
|
|