Sa�de e Nutri��o para o S�culo 21:
Amostra 5 de trechos do E-book


Dieta e Terapia Natural

Desde os anos 30 e 40 o famoso nutricionista Are Waerland ensinava que uma dieta natural, vegetariana, � talvez a melhor terapia. Ele sempre afirmava nas suas palestras e livros que um sistema alimentar que privilegia carne de porco, carne de vaca, carne de frango e carne de peixe provocam doen�as, ou no m�nimo diminuem a sa�de potencial, se n�o no dia seguinte, a m�dio ou a longo prazo. E ele tamb�m ensinava, alertando, que o sal (principalmente o refinado), o leite pasteurizado (que praticamente � o �nico dispon�vel no com�rcio) e o a��car refinado causam in�meros dist�rbios da sa�de.

E muitas vezes os doentes se acostumam a esses males e disfun��es org�nicas e ficam por anos a fio lan�ando m�o de toda sorte de tentativas e artif�cios, sem geralmente desconfiar ou perceber que � a sua pr�pria alimenta��o errada e di�ria a grande culpada. Are Waerland condenava igualmente os gr�os "beneficiados", ou seja, refinados, ou aos quais foram retirados o germe e as riqu�ssimas pel�culas que os envolvem. E assim, grande parte dos alimentos dispon�veis nos supermercados, lanchonetes e restaurantes s�o dessas categorias, refinados, alterados, desvitalizados em v�rios graus e modos.

Estejamos conscientes ou lembremo-nos disso que talvez j� saibamos mas devido � pressa ou � comodidade, esquecemo-nos de aplicar regularmente. Are Waerland afirmou tamb�m que o fumo, �lcool, caf� e ch� s�o danosos. Cada vez mais se v� que carnes, ovos e latic�nios processados s�o prejudiciais � sa�de. V�m ocorrendo cortes nos subs�dios governamentais para latic�nios e carnes, em muitos dos pa�ses mais adiantados. A vis�o desse famoso nutricionista � semelhante � da naturopata autodidata Lilly Johansson, mencionada em p�gina anterior, mas ela desaconselhava tamb�m o leite, mesmo o cru, e o iogurte, aceitos por Are Waerland.

Controle Natural do Diabetes

Num artigo de Sharon Bloyd-Peshkin e Corydon Ireland, publicado na Vegetarian Times de fevereiro de 1993 aparece a opini�o da m�dica Dra. Uchitelle, cl�nica geral com especializa��o em diabetes, formada em 1985 pela Southern Illinois University: "No nosso pa�s nos � ensinada medicina dirigida contra a doen�a e a alimenta��o (equivocada) n�o � enxergada como uma doen�a". Lilly Johansson, no seu referido e surpreendente estudo com um grupo de 64 pessoas, ao longo de 11 anos, conseguiu melhoras no estado de diab�ticos do grupo, unicamente se corrigindo os h�bitos alimentares naquele conjunto, adotando-se ali, como j� vimos, a alimenta��o vegetariana.

Os m�dicos Drs. Joachim Hensel, Kollath, Bircher Benner e o cl�nico Brucker, que realizou na Alemanha exames em milhares de pessoas, declararam que a m� alimenta��o provoca n�o apenas diabetes, por�m tamb�m c�nceres de v�rios tipos e outros in�meros males, conforme se abordou em p�gina anterior. Um controle � feito naturalmente pelo organismo, que � ent�o suprido de nutrientes mais adequados que antes, e melhora bastante a condi��o geral do diab�tico.

Os Drs. William e Sonja Connor, j� comentados num t�pico anterior sobre o cora��o, ressaltaram que uma dieta formada por 85% (ou, pelo menos, 65%) de carboidratos complexos gera benef�cios aos diab�ticos e aumenta a sua toler�ncia � glicose. Um tal regime � composto de cereais integrais e de ra�zes, como as batatas, inhame, car�, ou at� um tipo de batata de origem japonesa, chamado aik�, e cuja textura interna lembra bastante a de uma ma�� ou pera.

Diabetes: � Poss�vel a Cura ou s� o Controle?

Thomas Smith � um pesquisador dos EUA que tem ousado contrariar a vis�o tradicional, que prevalece h� tanto tempo nos meios acad�micos e hos pitalares do seu pa�s. Atacado por parte dos m�dicos, � admirado por muitos outros, que at� o procuram para o ouvir sobre as possibilidades de tratamento para os seus pacientes diab�ticos. Smith considera que o diabetes, t�o comum nos dias atuais, possui cura, diferentemente da opini�o predominante no meio m�dico da sua na��o.

O diabetes do tipo 1, atrav�s dos seus sintomas n�o controlados, ocasionou a morte de quase 935 mil norte-americanos, somente no ano de 2001. Smith exp�e que o poderio econ�mico e pol�tico dos grandes laborat�rios da Am�rica do Norte impingiu a todos a sua pr�pria maneira de abordagem desse problema, os seus meios de tratamento, os seus produtos, que evidentemente t�m sido alardeados como os melhores, os mais adequados.

Todas as principais publica��es estariam sendo fortemente influenciadas por esses empres�rios do setor da Medicina e Farm�cia, formando opini�es, modismos, etc. Ele at� vai mais al�m, achando que n�o h� nenhuma publica��o no seu pa�s que n�o esteja controlada por esses grupos. Sem d�vida, muito da verba de publicidade depende deles aprovarem as suas propagandas nessas p�ginas. E ele conclama que as escolas m�dicas divulguem algumas informa��es existentes e dispon�veis mas que quase n�o t�m sido ensinadas ou propagadas.

Esse pesquisador denuncia que doadores de verbas destinadas a descobertas de curas recebem promessas, mas na pr�tica di�ria s�o esquecidos cuidados muito elementares aos diab�ticos, como, p. ex., o uso cuidadoso de tabelas com as taxas de glicemia.

Caso de uma Cura Natural

Thomas Smith foi um diab�tico e obteve a cura por meios naturais. Por isso ele critica a opini�o dominante no seu pa�s, de que "o diabetes n�o tem cura". Ele escreveu a obra "Insulin: Our Silent Killer" (Insulina: Nossa Assassina Silenciosa), que pretende ser um manual de refer�ncia, alegando conter informa��es relevantes tanto para o p�blico em geral quanto para os pr�prios m�dicos. Smith pondera que o diabetes � um mal degenerativo causado de forma evidente pelos desregramentos na alimenta��o moderna, que visa mais o lucro que a promo��o da sa�de.

De acordo com ele h� desconfian�a de que as gorduras da margarina podem ajudar a provocar o diabetes, quando a opini�o, que se tem disseminado � de ela seria "saud�vel". As gorduras hidrogenadas, ainda que fossem originalmente vegetais, sofreram um agressivo processo qu�mico que as transformou em gorduras "trans", comprovadamente nocivas. E essa gordura � largamente usada em quase tudo, desde p�es at� a p�es, biscoitos e bolachas falaciosamente rotulados de "integrais" e "naturais".

Smith explana que a FDA, que se encarrega de instituir as normas de aprova��o, produ��o e comercializa��o de alimentos e medicamentos industrializados no seu pa�s tem tido uma pol�tica muito simp�tica �queles que pensam primordialmente em lucros. Ali�s, o Dr. Herbert Ley, um antigo membro da comiss�o da FDA, dep�s no senado da sua na��o h� alguns anos e disse o seguinte:

"os cidad�os pensam que a FDA os protege, mas n�o � isso o que acontece. O que a FDA est� realizando e aquilo que as pessoas pensam que ela faz � t�o diferente como o dia em rela��o � noite."

Um meio natural que pode ser abordado na conversa com o m�dico � o emprego do maxixe, aquele legume verde e pequeno, com umas protuber�ncias, parecendo uma escovinha, No caso, bate-se com �gua no liquidificador e se toma fresco, um copo, sempre em jejum e tamb�m 30 minutos antes das principais refei��es. E pela tradi��o popular se usam muito, em ch�s, a pata-de-vaca, a pedra-ume-ca� (n�o � pedra mas uma planta) e o jambol�o.

Salva da Amputa��o pelo Carv�o

Segundo a m�dica Dra. Marjorie Baldwin,do Wildwood Sanitarium, no Estado da Ge�rgia, EUA, o carv�o ativado � �til contra inflama��es e pode ser ingerido, contra inflama��es do sistema digestivo; ou usado em cataplasma, em incha�os quentes e doloridos. Ela relatou o caso de uma jovem diab�tica cujo m�dico recomendara a amputa��o de um dos p�s, por�m lhe puseram aquele p� numa bolsa que encheram de carv�o misturado com �gua, em consist�ncia pastosa. Durante todo o tempo o p� n�o sa�a da bolsa, e o conte�do dela era trocado quatro vezes por dia. O seu p� ficou bom e ela deixou a cl�nica caminhando, tendo sido assim salva da amputa��o.


trecho 1    trecho 2    trecho 3    trecho 4    trecho 6

�ndice completo do livro

O livro � educativo e informativo e n�o incentiva a
auto-medica��o, portanto n�o substitui os cuidados de
um bom profissional da sa�de, atualizado, consciente,
com conhecimentos abrangentes e compreens�o hol�stica
da vida, da sa�de, da nutri��o e que saiba p�r em pr�tica
esses crit�rios, em prol de cada um dos seus pacientes.

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