Saúde e Nutrição para o Século 21:
Amostra de tópicos do E-book de Euro Oscar
"Saúde e Nutrição para o Século
21"
Estudos, pesquisas e alertas
Nesta introdução ao livro, revelo que centenas de alternativas saudáveis e simples vêm sendo esquecidas e, ao mesmo tempo, opções muito lucrativas às indústrias têm sido favorecidas, por uma maciça propaganda. As pessoas amiúde são “educadas” por slogans do marketing, forjados sobretudo para aumentar os lucros sobre tais produtos. Pseudo-verdades são alardeadas, embora já sobejamente contestadas por estudos, pesquisas, estatísticas.
Todavia o que mais se divulga é o que interessa aos grandes anunciantes da mídia, em sintonia com os bolsos e contas bancárias de mega-empresários. Graves alertas foram dados por estudos e pesquisas feitos pelo menos desde a primeira metade do século 20, sobre o perigo dos maus hábitos alimentares e dos resíduos de agrotóxicos, dos aditivos alimentares, dos pesticidas, dos efeitos colaterais dos farmacoquímicos, às vezes só descobertos depois de gerarem catastróficas conseqüências.
Foi o que ocorreu com a talidomida, um “tranqüilizante" sugerido por médicos a mulheres grávidas, e que fez nascerem milhares de crianças sem pernas e sem braços. Ah, antes esses médicos haviam sido visitados por hábeis representantes de laboratórios, que cederam amostras grátis e alegaram os "benefícios" do novo "calmante". Apesar de que a talidomida foi testada em ratas de laboratório e não suscitou nelas anomalias teratogênicas. Isto prova que a eficácia dos experimentos com animais é discutível, não só eticamente.
Muitas das conclusões obtidas não são confiáveis quando aplicadas em humanos. Contudo, essas descobertas e comprovações, que foram se avolumando a cada ano, tiveram no contra-fluxo a postura de grande parte das grandes indústrias, com relação a muito daquilo que comemos, usamos em nós mesmos e nos nossos lares e recintos de trabalho, e também nos estabelecimentos que visitamos. Ou de tudo que tem sido aplicado ou despejado na lavoura, nos rios e mares, no meio-ambiente e até na atmosfera. Claro, no final desaba tudo sobre as populações.
Modas ditadas por propaganda
E as pessoas se acostumaram a fumar, como os seus artistas faziam no cinema, nas telenovelas, no mundo das corridas de automóvel. Eram mostradas charmosas cenas, com pessoas aparentando felicidade, onde se mostrava que era elegante fumar e isso era associado a sucesso e bem-estar, subliminarmente. E assim o cigarro se tornou um hábito de milhões de vítimas, que quase sempre passaram a sofrer com a dependência e com tantos efeitos e conseqüências dela advindos.
Um cigarro intoxica com mais de 4 mil substâncias tóxicas, inclusive aos fumantes passivos, pois a maioria dos usuários desse produto não parece se importar com as crianças, jovens e adultos que estão à sua volta ou no seu caminho, enquanto ele vai andando pela rua empunhando os seus cigarros.
Nas residências se usam sabões extremamente agressivos à pele (e daí penetram no organismo), com os seus ultra-alvejantes, “coadjuvantes”, “seqüestrantes”, etc. Particularmente, pelo que tenho notado o sabão em pó menos agressivo, dos vendidos no Brasil, é o da marca "Roma", a julgar pelos dizeres do rótulo. É a base de coco e hidróxido de sódio. Seu fabricante é a Ceras Johnson (não confundir com a multinacional Johnson & Johnson).
E os sabonetes e xampus, cosméticos, se você visse o que os compõe você provavelmente não os aplicaria mais. Todavia a publicidade, os rótulos, o que dizem aqueles artistas na propaganda, ah, muita gente até pensa que são indispensáveis. Os sabonetes que tenho visto são todos a base de sebo animal.
Os únicos que não possuem nada de animal são os da marca Granado e alguns aromas da Phebo, em cujas embalagens se tem de prestar muita atenção para os diminutos dizeres “base vegetal”, pois a maioria dos sabonetes dessa marca (que foi adquirida pela Granado) utiliza base animal. Porém os sabonetes da Granado têm muito mais componentes químicos que antes. O dono atual, ao comprar a fábrica há alguns anos modernizou não só a administração, informatizando o setor de vendas, mas também acrescentou aditivos químicos às antigas fórmulas artesanais e naturais.
Há boas alternativas em alguns sítios de veganos na Internet: sabonetes artesanais, 100% vegetais e praticamente sem química, e muito baratos. Pode-se comprar diretamente por meio de alguns desses sítios. Fica a sugestão. Vamos apoiar os pequenos produtores naturalistas, seus produtos às vezes são bem mais saudáveis e às vezes têm um custo bem acessível.
O Melhor conteúdo possível
Ter um conteúdo selecionado e variado, esta é a proposta tanto deste livro quanto do website. Como a TV paga, de assinatura, onde diversos canais sobressaem, em termos de qualidade. Na sua maioria os bons programas, mais edificantes e instrutivos, de bom gosto, estão nas TVs pagas, de assinatura. Infelizmente, e parece difícil escapar disso, a freqüência dos sinais é muito alta, na banda dos Gigahertz (bilhões de ciclos por segundo).
O site www.eurooscar.com tem uma proposta de educar e conscientizar, de um modo agradável. E este meu livro, do mesmo jeito, apresenta temas variados, num enfoque holístico da vida, além portanto da saúde física e da nutrição dos restaurantes. Existe uma minoria de livros e uma minoria de websites onde você pode estabelecer contato com verdades úteis e pouco conhecidas e divulgadas. Conhecimentos antigos, tradicionais, deveriam ser juntados aos novos conhecimentos, para ampliar o cabedal de saber de cada cidadão, de cada criança, a qual enquanto cresce vai sendo bombardeada por milhares de informações e impressões da TV e do rádio.
O entretenimento é um alimento emocional importante mas os nossos filhos às vezes ficam imersos em realidades televisivas violentas, que atentam contra a sua sensibilidade. Até os desenhos animados de antigamente eram menos violentos, continham mais beleza. Hoje o que mais se vê neles são monstros, seres infernais, guerras, brigas e disputas, gritarias, competições. E em alguns programas vespertinos das TVs abertas se depara com imoralidades. À noite, então, melhor nem comentar!
Patrocínio das indústrias
Muito do que tem sido ensinado, dependeu e depende de grandes verbas, para fazer face a grandes custos. Todavia, grandes laboratórios de drogas farmacêuticas e de indústrias de enlatados - dentre outros tipos de indústria e vultosos interesses – não apenas pagaram essas despesas mas patrocinaram generosamente a cientistas, escritores e outros profissionais, inclusive com doações, prêmios, viagens com estadias pagas a congressos internacionais, etc.
Esses autores subvencionados escreveram obras com justamente o tipo de visão e conteúdo que fortalecia a “necessidade” e “importância” de: certas drogas e medicamentos de síntese, na “melhoria” da nossa saúde e bem-estar; a vantagem do leite em pó sobre o leite materno; a importância de aumentar o consumo de proteínas – o nutricionista Gayelord Hauser sugeria “fortificar” o leite agregando a ele o leite em pó (abstenho-me de comentar tal visão).
Os aditivos foram sendo permitidos em quantidades cada vez maior; depois, a irradiação dos alimentos com isótopos de cobalto e césio, no Brasil, ou até estrôncio, em outros países, para maior durabilidade dos alimentos, que no entanto ficam mortos, sem vitalidade, da mesma maneira que quando são submetidos às microondas dos fornos “da era espacial”.
Ar puro
Duas ou três gotas de óleo essencial, misturados em água e borrifados, dariam aos banheiros e salas um ar gostoso de respirar, porém o que se utiliza são aerossóis cheios de química pesada, que afetam os pulmões, o meio-ambiente e a própria camada de ozônio. Nos escritórios, shopping centers, fábricas, escolas, existem sistemas de aquecimento central e de ar condicionado que recirculam o ar cada vez mais viciado e sem os fundamentais íons negativos de hidrogênio, os quais estão no ar puro.
As bactérias e outros agentes infecciosos se dão muito bem nesses ambientes. Em alguns desses locais afixam avisos pedindo: “NÃO ABRA AS JANELAS, AQUI HÁ AR CONDICIONADO”. Como sugestão, lembro a essas pessoas que poderia ser juntado ao aviso: “AQUI HÁ FUMO CONDICIONADO”, pois muitos fumantes fumam regular e diariamente, na mesma banca de revistas ou no mesmo cybercafé, enfim, pensam que nesses locais ninguém será incomodado pelo gás carbônico e pelos odores que ele exala, e que ficarão impregnados ali, após eles terem saído.
Seria bom se também evitassem enfumaçar banheiros, bocais de telefone e os vizinhos dos pontos de e filas de ônibus. Ah, alguns deles não resistem, basta ver um punhado de não-fumantes junto a uma TV ou telão, vendo um jogo de futebol, e logo se achegam e ficam fumando junto aos rostos dos não-fumantes.
Faculdade de Medicina, cursos de graduação
Uma carreira de sucesso, depois do investimento nos estudos. Um profissional bem sucedido, bem remunerado. Sim, é o sonho da maioria dos estudantes que desejam ter a Medicina como a sua profissão. Todavia, até recentemente, qual era o panorama dos currículos do ensino superior de Medicina nos EUA? As faculdades de lá ensinavam a Nutrição aos médicos? Somente 25% das 127 Faculdades de Medicina dos EUA ofereciam um curso obrigatório de Nutrição, em 1992. Mesmo como matéria opcional a Nutrição só era oferecida em 2/3 das Faculdades de lá. Hoje é possível que principalmente em face das críticas esse panorama tenha mudado para melhor. É o que se deve esperar.
E que aqui no Brasil o aspecto geral esteja bem mais aprazível, são os meus sinceros votos. O Journal of the American Dietetic Association, remeteu um formulário de pesquisa sobre procedimentos nutricionais a 4000 médicos da região centro-oeste dos Estados Unidos da América, em 1988. 72% deles responderam que na Faculdade não receberam aulas de Nutrição.
Os médicos e a nutrição
78% desses médicos dos EUA confessaram que não se sentiam aptos para conversar sobre alimentação com os seus pacientes. Mais de 99% deles disseram estar conscientes de que a boa alimentação é fundamental para a saúde. Alguns desses médicos revelaram lhes faltar tempo para recomendar sobre a dieta dos seus pacientes. Outros alegaram não dispor de ajudantes bem preparados, ou que o seguro médico não prevê esse trabalho adicional.
Como muitos médicos não puderam aprender sobre Nutrição natural, saudável, na Faculdade e não dispõem de tempo para se atualizar nesse campo, limitam-se, algumas vezes (como o Dr. Joachim Hensel, médico, observou), a prescrever conselhos genéricos, como: "cuide bem da saúde"; "coma produtos saudáveis"; "evite o que faz mal", por exemplo. O Dr. Meyerhoff, formado em 1989 pela conceituada Universidade Rush de Chicago afirmou: "Acredito que meus colegas, em sua maioria, formaram-se sem conhecer como indicar uma alimentação balanceada aos pacientes deles." No mesmo artigo aparece a opinião da médica Dra. Uchitelle, clínica geral com especialização em diabetes, formada em 1985 pela Southern Illinois University: "No nosso país nos é ensinada medicina dirigida contra a doença e a alimentação (errônea) não é encarada como uma doença".
(As fontes estão citadas no livro)
trecho 2
trecho 3
trecho 4
trecho 5
Currículo de autor premiado
Sorria ao acordar
e antes de dormir!
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