RENÉ QUINTON - 2
O PLASMA DE QUINTON
(Texto de Euro Oscar, baseado em pesquisa e estudo
de texto de Xavier Bouillot e outras
fontes da INTERNET)
O estudo da concentração desses sais minerais no meio vital de espécies diferentes permitiu
a Quinton estabelecer uma lei de constância salina (ou osmótica): as espécies recentes têm
um meio vital com o teor de salinidade dos oceanos primitivos (7 a 8/1000). As mais antigas,
permeáveis ao meio externo, acompanharam a transformação da concentração salina dos oceanos
(35/1000).
A partir dessa lei, Quinton inferiu que a água do mar isotônica (ou seja, com o teor de
salinidade apropriado para a espécie) pode substituir o meio vital de um organismo. Essa
hipótese extraordinária foi confirmada de maneira espetacular por Quinton, que substituiu
publicamente o sangue de um cachorro pela solução apropriada de água do mar. No dia
seguinte, o cachorro já andava e, oito dias depois, estava completamente regenerado pela
solução injetada. Esse cachorro só morreu cinco anos mais tarde, em um acidente.
A medicina convencional estimulou o prodigioso desenvolvimento do mercado mundial de sangue
para transfusões, enquanto o plasma de Quinton constituía uma alternativa mais sadia e
eticamente mais aceitável e se constitui de água do mar esterilizada e diluída a 1/5 com
água puríssima de fonte. Essa proporção é a preconizada para a espécie humana. Tal método
foi empregado com sucesso de 1905 a 1925, até que com um fabuloso poder econômico e
influência política os grandes laboratórios farmacêuticos impingiram ao mundo as suas drogas
farmacoquímicas.

Criança antes e depois de tratada
com o plasma de Quinton
Aquilo que era uma convicção religiosa das Testemunhas de Jeová está se tornando uma
preferência dos médicos de ponta. O instituto de pesquisas de Englemond, EUA, está liderando
50 hospitais americanos onde os cirurgiões não recorrem mais a transfusão. Esses
estabelecimentos propõe um leque de técnicas que reduzem as perdas sangüíneas. No caso da
perda de sangue de 90% é, segundo eles, ainda possível evitar a transfusão, por meio da
suplementação de ferro e vitaminas em doses elevadas, assim como a eritropoietina de
síntese, que estimula a fabricação de glóbulos vermelhos na medula óssea.
É pena que não se fala das transfusões de substituição pelo soro de Quinton. Em novembro de
2001 o Dr. Edwin Deitch, diretor do Hospital Universitário de Nova Iorque, EUA, declarou:
"As técnicas sem transfusão usadas para as Testemunhas de Jeová mostraram como estes se
recuperaram melhor das operações do que aqueles que receberam transfusão".
Quinton reproduziu todas as experiências que realizou com o plasma de Quinton com outros
produtos, especialmente o soro fisiológico. Todos os resultados confirmaram a nítida
superioridade do plasma marinho.
Mesmo uma solução de água do mar, obtida evaporando metade de seu volume e depois
acrescentando água destilada, não produz os mesmos resultados como o plasma feito com água
do mar selecionada e água de fonte.
Muitos criticaram a cura marinha de Quinton por ignorância ou quando o método foi mal usado
ou mal dosado, quando a água do mar foi impropriamente tratada ou mesmo substituída por
simples soro fisiológico cuja composição está longe de ser a do plasma marinho.
A água do mar isotônica não trata apenas crianças, embora se tenha dado prioridade a essas
aplicações. Ela produziu resultados notáveis em casos de anemia, doença de pele, tifo,
desidratação, distúrbios do sistema nervoso, doenças hereditárias, abortos, problemas
intestinais, raquitismo, anorexia, toxemia e, também, como diluente para antibióticos.
Essa polivalência do plasma se deve ao tratamento do terreno que é regenerado, não
importando qual a doença ou vírus em questão. A pluralidade de efeitos é mal vista pela
indústria farmacêutica, que produz centenas de medicamentos para cada moléstia, cada qual
com diversos efeitos colaterais (às vezes graves ou às dezenas).
Os laboratórios julgaram ditatorialmente sofrer a “concorrência” de um produto que, embora
não seja uma panacéia, é natural, “policurativo” e custa pouquíssimo e não surte efeitos
indesejados. Muitos dos melhores e mais conscientes médicos consideram que as doenças
chamadas da “civilização” são doenças de carência, resultantes de um meio vital
enfraquecido, desequilibrado, incapaz de suprir as necessidades vitais das células que deve
alimentar.
Isso se deve principalmente ao consumo de produtos refinados, processados, excesso de
carnes, em detrimento dos alimentos vegetais orgânicos e frescos, repletos da vitalidade da
Natureza.
Superioridade da água do mar. A água do mar isotônica (plasma de Quinton) e hipertônica
(Quinton via oral) são produtos insubstituíveis. Por sua própria natureza, estão em osmose
com o organismo e fornecem a totalidade dos oligoelementos necessários, na dosagem e
proporção adequadas à saúde do indivíduo. Ocorre uma sinergia entre os sais da água do mar e
o organismo beneficiado com a sua metódica introdução.
René Quinton fez pesquisas e mais pesquisas antes de determinar exatamente como a água do
mar deveria ser captada, esterilizada a frio e diluída para obter um produto 100% de acordo
com suas exigências. Compete aos médicos de hoje apreciar seu espírito de síntese e
trabalhar para a unidade da medicina a serviço da saúde.
O ponto fundamental da Lei de Constância Salina de Quinton é que a vida animal (e, portanto,
a vida humana) surgiu na água do mar, como uma célula única, e conservou em todos os
organismos, tanto de água salgada quanto de água doce ou de terra, um meio marinho para as
células, através de toda a evolução zoológica das espécies, de maneira que as células
continuam a viver num ambiente semelhante ao dos oceanos, como peixes na água do mar. Aliás,
os mamíferos durante a sua fase de gestação vivem em um ambiente líquido, no líquido
amniótico do útero da mãe.
Uma longa série de experimentos com várias espécies confirma essa hipótese e estabelece a
Lei da Constância Marinha. Esta Lei, foi formulada graças à Lei da Constância Térmica, logo
depois a Lei da Constância Osmótica e a Lei da Constância Luminosa (nos anos 80 os trabalhos
de Fritz Albert Popp - Kaiserlaurten Universität - nos mostram a estrutura luminosa dos
campos de biofótons). Hoje, as conhecemos como Leis das Constâncias.
Esta Lei, foi formulada graças à Lei da Constância Térmica, logo depois vieram a Lei da
Constância Osmótica e a Lei da Constância Luminosa a qual foi corroborada nos anos 1980 com
os trabalhos de Fritz Albert Popp, na Kaiserlaurten Universität, os quais nos mostram a
estrutura luminosa dos campos de biofótons. Hoje, as conhecemos como Leis das Constâncias.
Quinton 1
Quinton 3
Quinton 4
Quinton 5
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