TRATAMENTO CONTRA O CÂNCER POR MEIOS NATURAIS
IMPORTÂNCIA DA DIETA, REGIME NATURAL
PIOROU COM QUIMIOTERAPIA E RADIOTERAPIA
ANNE E. FRÄHM - Essa senhora passou por cirurgia.
Quantos contratempos e apreensões não terá sofrido? Mas o seu
estado piorou. Então vieram as penosas sessões de quimioterapia.
Em vez de melhorar, a sua condição geral piorou ainda mais.
Restavam as aplicações de radioterapia. Tudo que a medicina oficial
aprova e recomenda. Mas todos esses custosos procedimentos
foram em vão e ela continuou piorando. O que fazer? Num beco
sem saída, a sra. Anne recorreu aos meios naturais, alternativos
e conseguiu a cura, que pelos meios ortodoxos seria muitíssimo
difícil de obter. Ela explica no seu livro "Um Plano de Combate ao
Câncer" as sete táticas que adotou, e redundaram num feliz resultado.
A sua obra foi elaborada em co-autoria, tem 173 páginas
e foi editada em 1997, por Jeremy P. Tarcher, de Nova Iorque,
EUA.
DR. CHRISTIAN SCHALLER ACUSA
Eis um excerto do artigo "A Cura, um Processo Interior", do
Dr. Christian Tal Schaller:
"...e se depara assim com uma quantidade estonteante de
doentes se arrastando durante meses, extenuados esgotados e sofrendo
de mil males, mas convencidos pelo corpo médico de que o
único tratamento válido para eles é essa quimioterapia, que mina
o seu organismo e os faz padecer muito mais do que o próprio
tumor que “justificou” e “pediu” tal tratamento. Os doentes não
sabem que há terapias eficientes e não-tóxicas, porque as mesmas são excluídas de todos os centros oficiais, sob a alegação de
que "não são científicas". Essas terapias são ridicularizadas aos
olhos do público pelos jornalistas aos quais a indústria farmacêutica
remunera para que falem somente dos seus produtos, testados
em pesquisas do tipo duplo-cego... "
DRA. JOHANNA BRANDT ACUSA
Uma ilustre médica, a Dra. Johanna Brandt, cujo próprio caso e método são explicados no meu e-book, foi condecorada com a Ordem do Mérito
pela American School of Naturopathy. Ela curou muitos pacientes
de câncer com o seu tratamento natural, simples e barato. Simultaneamente ela empregou meios
naturais de desintoxicar o organismo. Mas a maioria dos pacientes
já lhe chegou às mãos depois de serem tratados por cirurgias,
quimioterapia e radioterapia e esses dificilmente foram curados.
Eis o que ela afirmou, num famoso livro seu (saiba qual é pelo meu E-book): “Em condições propícias, pacientes com
câncer bem avançado foram curados por nós, quando ainda não
haviam sido operados pelo cirurgião. Porém, nos casos em que além
da ação maligna e devastadora do câncer, os tecidos foram
seccionados e ocorreu uma interrupção permanente na circulação
do sangue e na corrente nervosa, quando se removeram órgãos e
glândulas ou houve amputação de membros, quando o sangue foi
envenenado por meio de injeções, quando a radioterapia destruiu
os tecidos, quando, para resumir, os enfermos recorrem a nós em
tal condição, enfatizo que este tratamento natural já não os poderá
salvar.”
UMA ENGANAÇÃO INDIGESTA
"The Cancer Industry" (A Indústria do Câncer), de Ralph W.
Moss, 490 páginas. Edição atualizada, de 1996, por Equinox
Press, Brooklyn, Nova Iorque, EUA. Neste trabalho o autor traça
um panorama e cenário dos métodos aplicados em pessoas ou
famílias esperançosas na cura. A realidade que ele nos apresenta
das cirurgias, radioterapia e quimioterapia é chocante, indigesta,
aflitiva. Haveria um grande interesse pelos lucros em torno desse
sistema de monopólios institucionalizados. Esse tipo de abordagem
oficial é comparado com aquilo que as terapias naturais, ditas
"alternativas", têm mostrado de resultados.
DR. VERNON COLEMAN ACUSA
O Dr. Vernon Coleman acentua a perseguição e boicote que o
establishment vem impondo, no transcurso de muitas décadas,
aos gênios, desbravadores e benfeitores que já descobriram meios
naturais, simples, baratos de curar o câncer e a AIDS. Os poderosos
organismos que constituem o establishment da Medicina e
da Saúde ditam as regras, influenciam poderosamente a mídia e a
população, as leis já aprovadas e em vigor foram elaboradas com
fortes lobbies e pressões.
O Dr. Coleman assinala que os negócios
que giram em torno das mais terríveis doenças, como câncer,
AIDS, e males do coração atingiram tal monta e proporção que
essa máquina gigantesca precisa de bilhões de dólares, e isso só é
possível com milhões de doentes que gastam exorbitâncias em
fármacos, tratamentos oficializados, cirurgias, contas hospitalares
(amiúde uma dessas contas é mais cara que uma casa de
classe média). E se houvesse curas, vá lá! Os tratamentos ortodoxos
são discutíveis e na maioria dos países ditos de primeiro mundo é proibido por lei tratar ou mesmo curar um paciente de
câncer ou AIDS, a não ser por radioterapia, quimioterapia, cirurgias,
AZT, etc.
O Dr. Coleman menciona alguns nomes mais recentes,
dentre as centenas que pagaram um alto preço por curarem
por meios não oficiais, ainda que mais eficazes e baratos. O
Dr. Stanislaw Burzynski se utiliza de antineoplastons não tóxicos
para tratar cânceres do cérebro, linfomas que não do tipo Hodgkin
e muitos tipos comuns e sólidos de câncer. Coleman denuncia
que os advogados da FDA já despenderam dezenas de milhões de
dólares nos últimos 14 anos, na tentativa de o jogar na prisão,
acusando-o, como é de costume nesses casos, de "charlatanismo".
Isso é ridículo, porque a própria FDA aprovou 68 experimentos
clínicos conduzidos pelo Instituto de Pesquisas do Dr. Burzynski.
17 clínicas do Dr. Hoxsey foram lacradas com cadeado e ele, assim
como outro médico que curou dezenas ou centenas de casos
perdidos principalmente com sucos e alimentos vegetais, o Dr.
Max Gerson, teve de passar a atender no México.
O australiano Dr. Sam Chachoua tem-se destacado com uma revolucionária
cura para câncer e AIDS, baseada em vacinas especiais.
Tem sido brutal a perseguição dos órgãos oficiais da Austrália,
que também naquele país ditam as suas regras. Quem cura tais
doenças deveria ser condecorado como herói, todavia é ameaçado
de ir preso, como aliás ocorreu com o Dr. Ryke Geerd Hamer na
Alemanha, encarcerado por 19 meses, por ajudar a diminuir os
sofrimentos dos cancerosos e respectivas famílias, pois nesses
casos fica tudo tumultuado, é terrível.
O tratamento inovador do
Dr. Chachoua chama-se Terapia de Remissão. Em 20 dos 24 dos
pacientes de AIDS inoculados com sua vacina tiveram 99% dos
seus vírus HIV-1 neutralizados. Como outros médicos antes dele,
notou que em regiões onde há grande incidência de malária quase
não há casos de câncer. Há mais de 100 anos um médico francês
observara que as prostitutas que tinham sífilis raramente viriam a perecer de câncer. Ele tratou o câncer em 20 prostitutas, com
os recursos da época, e em 14 delas aconteceu completa remissão
do câncer.
O Dr. Chachoua comenta que nos casos tidos como
miraculosos, de remissão espontânea de câncer e de outras doenças
terminais, como a AIDS, quando os doentes já pareciam moribundos
e se levantaram dos seus leitos, algo muito interessante
sempre ocorria: logo antes do milagre suceder eles eram acometidos
de alguma infecção drástica, como, p. ex., a malária. E em
poucos dias se levantavam dos leitos, aparentando que nem estavam
com câncer ou AIDS, ou outra enfermidade aniquiladora.
A partir disso o Dr. Chachoua elaborou as
suas vacinas, aplaudidas pelos doentes e agredidas pela Medicina
oficial. Esse emérito médico lançou um desafio a todas as organizações
médicas de boa reputação: dará 100 mil dólares àquela
que testar seriamente as suas vacinas e honestamente apresentar
ao público os resultados. Ninguém aceitou a oferta, por enquanto.
Quem aceitar, provavelmente entrará para o "caderninho" dos
Conselhos e Associações nacionais e passará a ser boicotado.
DR. SAMUEL S. EPSTEIN DENUNCIA
No seu livro A política do Câncer (The Politics of Cancer) o
Dr. Samuel S. Epstein se alicerça em farta documentação, para
denunciar que o câncer se transformou numa indústria bilionária
nas décadas recentes. Mais de 65 renomados especialistas em
medicina preventiva e saúde pública, dentre eles antigos dirigentes
de organismos federais, apóiam as afirmações do Dr. Epstein.
Ele revela que a população e o Congresso foram ludibriados continuamente pelo NCI (National Cancer Institute) e pela ACS (American
Cancer Society), mediante argumentos inverídicos de que
“estamos vencendo a guerra contra o câncer”.
Tais afirmações visam
forjar credibilidade junto aos congressistas e aos cidadãos,
para conseguir verbas cada vez maiores por orçamentos, subvenções
e doações. Por meio de dados pormenorizados e confiáveis o
Dr. Epstein refuta estatísticas manipuladas. Ele transmite na sua
obra meios e estratégias simples, para cada um proteger a si
mesmo e às suas famílias. Ao contrário disso, o NCI, com colaboração
da ACS negou cabalmente, por décadas, as verbas necessárias
para pesquisar e experimentar clinicamente drogas baratas,
não-tóxicas e que aparentavam ser grandes soluções contra o
câncer.
Tal boicote favoreceu os fármacos patenteados, caríssimos,
com tecnologias moleculares complexas, dificilmente imitáveis,
como convém aos interesses econômicos de monopólios e oligopólios
farmacêuticos. O Dr. Epstein também censura a negativa
sistemática do NCI e da ACS em informar ao Congresso e aos
órgãos responsáveis pela saúde dados científicos importantes de
que dispunham, sobre os perigos da exposição direta ou indireta
da população a inúmeras substâncias químicas presentes diariamente
na água, no ar, no lugar de trabalho e no lar, em milhões
de produtos, como o cigarro, as tintas, móveis, encanamentos,
cosméticos, carpetes, materiais de construção, colchões, lençóis,
fronhas, utensílios de cozinha, ar condicionado, alimentos, etc.
Se o NCI e a ACS tivessem repassado as dezenas de conclusões
que possuíam nos seus arquivos isso teria possibilitado a criação
de legislações de proteção ambiental e do consumidor, inexistentes
ou insatisfatórias, e simultaneamente regulamentações práticas,
em benefício da população. Isso todavia seria contra os interesses
financeiros de muitas indústrias poderosas, às vezes controladas
pelos mesmos fabricantes de certos fármacos caríssimos
e patenteados.
UM E-BOOK COM DEZENAS DE INFORMAÇÕES
VALIOSAS, OCULTADAS, BOICOTADAS
No meu livro (E-book) apresento nâo só críticas a uma série de posturas, porém principalmente alternativas viáveis, com relatos de médicos e de pacientes, de pessoas desenganadas pela Medicina e que se restabeleceram, continuando bem por dez anos ou mais, não obstante o prognóstico prévio dos oncologistas ou cardiologistas, de que a sobrevida desses pacientes seria de poucos meses ou semanas. Como? Com meios naturais, quase sempre. E há uma fartura deles descritos no livro.
Pouquíssimos médicos e nutricionistas o conhecem, pois isso não é ensinado nas faculdades nem nos livros adotados ou a eles recomendados.
A humanidade inteira aprende, pelos meios de comunicação, que em casos de câncer são "absolutamente indispensáveis" a quimioterapia, a radioterapia e a cirurgia? Isso é o oficial. Mas, e se a verdade for outra? Há bilhões de dólares envolvidos e quem sabe que a verdade não é bem assim tem de tomar muito cuidado. Os currículos das faculdades de medicina foram influenciados pelos laboratórios e há bilhões de dólares envolvidos no uso da quimioterapia, radioterapia, internações, cirurgias, etc. Todavia, e se há opções melhores, mais baratas, menos penosas, mas que acabariam com esse gigantesco, trilionário e obscuro cartel das doenças? E chamam a isso sistemas de "saúde".
Descobri isso há mais de 30 anos. No meu livro inédito aponto o segredo e interessantes elos, desde a época dos patriarcas bíblicos até os dias de hoje. Quanto valem vidas salvas, inclusive em casos "perdidos"?
Eis dois casos gravíssimos de câncer, do meu E-book "Saúde e Nutrição para o Século 21". Ambos tiveram resultado feliz:
WILLIAM SYKES
No outono de 1975, William Sykes, de Tampa, Flórida, havia desenvolvido uma leucemia linfocítica, além de câncer do baço e do fígado. Após a remoção do baço os seus médicos lhe disseram que na melhor das hipóteses ele teria mais uns poucos meses de vida. Recomendaram-lhe a quimioterapia, não para cura mas para tentar lhe dar mais umas semanas de vida. Em vez disso o sr. Sykes optou pelo laetrile. E segundo as suas próprias palavras, eis o que aconteceu:
“Quando nós vimos o médico algumas semanas mais tarde, ele explicou como e porque o laetrile estava ajudando muitos pacientes de câncer, e sugeriu que eu recebesse injeções intravenosas de 30 cm3 de laetrile diariamente pelas próximas três semanas. Ele também me forneceu enzimas e uma dieta para eu seguir, com suplementos alimentares. Em poucos dias eu me sentia melhor, todavia na sua terceira visita o doutor me revelou que não poderia mais me tratar. Preveniram-no de que se continuasse a aplicar o laetrile a sua licença de médico seria cassada. Contudo ele ensinou à minha esposa como administrar essa vitamina, vendeu-nos o suprimento que ainda tinha e nos deu o endereço onde poderíamos obter mais.”
“Na semana seguinte continuei com o tratamento planejado e me sentia melhor a cada dia. Em uma tarde o médico de Ann Arbor telefonou para perguntar porque eu não havia regressado para a quimioterapia. Ele disse que eu estava jogando uma "roleta russa" com a minha vida. Finalmente ele me persuadiu a voltar para a quimioterapia, e voltei com os tratamentos em Ann Harbor. A cada dia eu ia me sentindo pior. Meus olhos ardiam, meu estômago parecia estar-se incendiando. Em poucos dias eu estava tão fraco que mal eu conseguia sair da cama. A "cura" (as aspas são dele mesmo) estava me matando mais rápido que a própria doença. Eu não podia mais concordar com aquilo e suspendi a quimioterapia.”
“Dei continuidade ao programa com o laetrile e suplementos alimentares e rapidamente fui me sentindo melhor. Dessa vez os bons resultados do laetrile foram mais lentos, porque além do câncer eu tinha de vencer os efeitos da quimioterapia. Em pouco tempo eu poderia fazer de novo os meus esforços e exercícios, sem me cansar. Vinte anos atrás os médicos vaticinaram que eu só viveria mais uns poucos meses, e agora, aos 75 anos de idade ainda jogo tênis duas vezes por semana.”
Em uma carta ao autor G. Edward Griffin, datada de 19 de junho de 1996, a sra. Hazel Sykes adicionou o seguinte informe:
“Depois que Bill havia vencido o câncer um dia veio um médico a ele (Esse era um M.D. - Medical Doctor- que aplicava quimioterapia num hospital bem conhecido). Ele queria saber como Bill tinha derrotado o câncer, porque a sua esposa estava muito doente, com câncer. Bill disse-lhe: ‘eu nunca daria quimioterapia a nenhum dos meus amigos ou familiares.’ Esse não foi o único médico que veio até Bill com a mesma pergunta.”
BUD ROBINSON
A seguinte carta de Bud Robinson, de Phoenix, Arizona, enviada ao Dr. Ernst Krebs Jr., dispensa comentários adicionais:
“Prezado Dr. Krebs [a quem se atribui a descoberta da vitamina B-17, que sintetizou com o nome de laetrile e já era conhecida e aplicada desde 1835, pelo menos, com o nome de amidalina]:
Obrigado por me proporcionar mais um aniversário (17 de maio). Por favor, novamente, lembre-se do dia 15 de novembro de 1979, quando o meu médico e mais quatro urologistas prognosticaram-me que eu teria no máximo mais quatro meses de vida, devido ao meu câncer de próstata, e tomaram providências para eu me submeter a radiação e quimioterapia. Eu sabia que tais sessões iriam me matar, caso o câncer não o fizesse, e recusei o tratamento deles. Então, numa tarde de domingo eu contatei o sr. por telefone e adotei o seu simples programa. Estou com 71 anos de idade e estou comemorando 13 anos [de sobrevivência]. Três daqueles quatro urologistas morreram de câncer da próstata, e 40 ou 50 pessoas se mantêm vivas hoje, e passando bem, porque elas seguiram o meu simples programa Krebs. Obrigado, mais uma vez, por ter salvo minha vida. Seu amigo, H. M. ‘Bud’ Robinson."
Essa carta foi escrita em 1992. Quando o autor o contatou, em junho de 1996, o sr. Robinson continuava bem e forte, aos 75 anos, e até então ele já ajudara 90 doentes a se recuperarem de câncer. O uso da amidalina [outro nome do laetrile] para tratar o câncer não é novidade. O caso mais antigo registrado foi publicado em 1845 na Paris Medical Gazzette. Deram a um jovem paciente de câncer 46.000 mg (ou seja, 46 gramas), durante um período de diversos meses, em 1842, e conforme se divulgou, continuava vivo à época do artigo, três anos mais tarde. A partir de 1834 uma mulher com câncer espalhado pelo corpo recebeu quantidades variáveis de amidalina e continuava sobrevivendo ao câncer na ocasião da reportagem, onze anos depois.
Desde a publicação dessa matéria houve literalmente milhares de histórias publicadas e documentadas, sobre casos semelhantes. É importante saber isso, porque, como previamente demonstrado, os porta-vozes da medicina convencional determinaram autoritariamente que simplesmente não há evidência de que o laetrile funciona. Mas a verdade é outra, pois as evidências estão em todos os lugares. Quando confrontados, perante tais evidências, alguns médicos, em razão do seu viés contra a medicina nutricional, buscam explicações alternativas. A preferida deles é a de que o organismo deu uma resposta tardia aos tratamentos deles contra o câncer. No entanto são raros os casos com tais tipos de respostas. Em determinados locais onde o câncer se instalou -como, p. ex., o corionepitelioma nos testículos- tais alegadas respostas tardias de cura são tão raras que se ocorrerem vão desafiar as análises estatísticas. E quando surge alguém não com um só mas com uma coleção de casos de câncer, desses tipos determinados, e todos com resposta positiva ao tratamento com a vitamina B-17, é irracional creditar as melhoras a “regressões espontâneas”...
Ensinei nos ônibus isso e muito mais, durante cinco anos, a cerca de 200 mil pessoas, sozinho, com a ajuda e proteção divina e de mais ninguém, sem nenhum centavo de apoio ou patrocínio. Mas a consciência de uma tarefa cumprida.
É muito triste ver como milhões de pessoas são enganadas pelo bilionário sistema da "saúde" (da doença), que vive dos lucros sobre esses monopólios e oligopólios de "meios de cura" que dificilmente curam e quase sempre causam muitos sofrimentos aos envolvidos.
P. S.: O meu livro traz várias maneiras diferentes pelas quais pessoas lá citadas tiveram um surpreendente êxito contra vários tipos diferentes de câncer. Porém, meu livro não é de auto-medicação, é informativo e de conscientização. Consulte sempre bons e atualizados profissionais da saúde. Espero que todos tenham a sorte de os encontrar.
O arquivo PDF, contendo o E-book completo, de 472 páginas, segue por e-mail,
1 ou 2 dias úteis após eu ter confirmado o depósito
de R$ 30,00 em dinheiro (trinta reais) no
Banco Itaú,
agência 0393,
conta 61704-8,
São Paulo, Brasil.
Assim que efetuado o depósito, comunique-me por
E-mail, o dia do depósito e o número da agência.
Assim tenho meios de fazer facilmente o controle.
Não forneço dados pessoais para depósito DOC.
Fiquei cerca de dois anos e meio sem vender o E-book
e voltei a vendê-lo normalmente, desde setembro de 2008.
Muito obrigado.
Atenciosamente,
O autor, Euro Oscar - E-mail: eurooscar@gmail.com
Índice completo do livro
Inventos Eletromagnéticos contra o Câncer
Priore Rife Lakhovsky John Crane
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