CURA NATURAL DO CÂNCER?

E cura de doenças do coração,
úlcera, diabetes, osteoporose?

Às vezes as soluções, ou grandes possibilidades, são simples, viáveis, e comprovadas por médicos, nutricionistas, dentistas, pesquisadores, etc.
Sugiro também a leitura dos meus textos da nova versão do meu livro, "Saúde e Nutrição para o Século 21", cujo conteúdo foi triplicado em relação à versão anterior. Vendas só comigo mesmo, por enquanto.

O Dr. Matthias Rath

Resumo da entrevista de 3 de abril de 2003.

O Dr. Matthias Rath, médico-cientista pioneiro no campo da prevenção das doenças cardiovasculares, junto com Linus Pauling, e criador da Medicina Celular, é quem hoje catalisa e lidera o movimento mais importante em prol do Novo Mundo de Paz, Saúde e Justiça Social. Por isso, suas palavras não poderiam ficar ausentes dessa publicação. Que elas sejam um incentivo para que nos mantenhamos informados e unidos, através da sua Fundação, de modo a participarmos e contribuirmos por essa justa causa.

"Minha principal contribuição para a humanidade é a descoberta de como é possível prevenir e tratar as doenças cardiovasculares e, assim, erradicar as doenças cardíacas. A segunda é de expor a dependência que a indústria farmacêutica e seus investidores têm no 'comércio das doenças'.

Quando comecei a pesquisar a causa das doenças cardiovasculares, acreditava-se, por influência da indústria farmacêutica, que elas eram decorrentes da danificação que o colesterol provocava às paredes dos vasos sangüíneos, tornando-as espessas e, eventualmente, bloqueando a passagem do sangue.

Hoje, porém, já se sabe não ser esse o caso, pois, se assim fosse, não apenas as artérias do coração e os vasos sangüíneos do cérebro seriam danificados e bloqueados, mas todos os vasos, fazendo com que tivéssemos infarto do nariz, ouvidos, joelhos ou de qualquer outro órgão.

Inicialmente descobri que as doenças cardiovasculares são praticamente desconhecidas dos animais, pois eles produzem sua própria vitamina C - a vitamina mais essencial à produção do colágeno, do qual depende o fortalecimento das paredes dos vasos sangüíneos.

Nós, porém, não só não a produzimos, como freqüentemente temos uma alimentação deficiente em vitamina C, o que implica o enfraquecimento dos vasos sangüíneos, sobretudo das áreas mais expostas ao estresse mecânico, como é o caso das artérias coronárias que bombeiam o coração.

Ao realizar tal fato, me voltei para o estudo das células e moléculas como meio de prevenção e cura das doenças. A descoberta sobre a natureza das doenças cardiovasculares, portanto, foi só o início.

A medicina, dividida em disciplinas de acordo com os órgãos, ignora o fato de a saúde ser determinada pela qualidade das células, cujo funcionamento depende da energia biológica promovida, essencialmente, pelas pequenas moléculas biocatalíticas que aceleram as reações químicas nas células, como é o caso das vitaminas, minerais, determinados aminoácidos etc.

A medicina celular, embora seja um novo campo da medicina, está fundamentada naquilo que qualquer estudante de biologia e bioquímica aprende sobre os micro-nutrientes, ou seja, que eles são essenciais à otimização do funcionamento celular. Ela se utiliza, portanto, dos micronutrientes como meio de prevenção e tratamento das doenças mais comuns, como é o caso das doenças cardiovasculares e infecciosas, do câncer etc.

Esses princípios são facilmente compreendidos por qualquer pessoa. Por isso, os profissionais e responsáveis pela saúde pública precisam se familiarizar, o mais rápido possível, com eles, para que sejam capazes de aplicá-los nos programas que visam, exatamente, à saúde pública.

Com a constatação de que os nutracêuticos são o combustível biológico das células, torna-se óbvio que a causa da maioria das doenças, ligadas ou não ao sistema cardiovascular, é a carência nutricional prolongada, crônica.

Também descobri um modo natural de prevenir que as células cancerosas se espalhem pelo corpo - não importa seu tipo ou em que órgão tenham começado, pois todas utilizam a mesma "tesoura biológica", a colagenase - enzima capaz de cortar os tecidos colaginosos.

E como a agressividade do câncer é fruto de uma maior produção de colagenase, descobri também que a sua produção pode ser diminuída ou totalmente bloqueada pelos aminoácidos lisina e prolina combinados à vitamina C e a outros micro-nutrientes.

A indústria farmacêutica não pode produzir drogas que previnam ou erradiquem as doenças, pois são as doenças que criam a contínua necessidade pelas drogas que produz. Por isso, 80% dos fármacos oferecidos no mercado só encobrem os sintomas das doenças.

Qualquer nova descoberta sempre passa por três estágios. Primeiro é ridicularizada. Depois, ferozmente combatida. E, finalmente, torna-se auto-evidente. E assim foi com as minhas descobertas.

Só após mais de dez anos da publicação do trabalho "Solução para o quebra-cabeça das doenças cardiovasculares humanas", a Universidade de Stanford me convidou a apresentá-lo, no dia 4 de maio de 2002.

Resumi-lhes, então, algumas das questões fundamentais que a cardiologia ainda não conseguiu resolver: 1. Por que os animais não têm ataque de coração, mas o ser humano tem?
2. Por que temos ataque de coração e não temos ataque de nariz?
3. Por que temos endurecimento das artérias - arteriosclerose - e não temos endurecimento das veias - venosclerose?

Em relação às minhas descobertas sobre o câncer, também foram quase dez anos até que o público fosse apresentado a elas, através de um grande artigo no USA Today - talvez o jornal de maior circulação no mundo -, no dia 8 de março de 2002. E a notícia se espalhou como fogo de palha, para o usufruto de muitos.

Quando, em 21 de junho de 1997, na Alemanha, denunciei publicamente a indústria farmacêutica pela morte prematura de milhões de pessoas e por ter uma economia baseada no "comércio da doença", relacionei seu inescrupuloso negócio com o genocídio da Segunda Guerra Mundial.

É fato histórico que o maior cartel petroquímico e farmacêutico da Europa, o I.G. Farben, foi quem financiou a subida de Hitler ao poder. Por isso, por determinação do Tribunal de Nuremberg (1946-47), o I.G. Farben foi obrigado a se subdividir em Bayer, BASF e Hoechst, e alguns de seus diretores foram sentenciados como responsáveis pelo início da guerra, genocídio, espoliação de propriedades e outros crimes contra a humanidade.

Cinco anos depois dessa minha denúncia, em 31 de março de 2003, o Der Spiegel as confirmou - fraude, decepção, risco de vida, danificação da economia de vários países etc., assim como a estreita ligação das farmacêuticas com as grandes decisões políticas.

Nota: Donald Rumsfeld, por exemplo, antes de assumir o Ministério da Defesa do Governo Bush, era Chairman of the Board da companhia farmacêutica Gilead Sciences, Inc. Sendo que, entre 1977 e 1985, havia sido presidente e Chairman da companhia farmacêutica multinacional G.D. Searle & Co. onde, devido à sua administração extremamente lucrativa, foi apontado pelo Wall Street Transcript (1980) e pelo Financial World (1981) como Outstanding Chief Executive Officer in the Pharmaceutical Industry.

Eu realmente me regozijo em ter sido não apenas um pioneiro na área da medicina natural, mas também em expor publicamente a indústria farmacêutica. E o artigo do Der Spiegel é a primeira peça do dominó que vai fazê-la ruir num futuro próximo, pois a mídia mundial deve lhe dar continuidade, já que a saúde de milhões de pessoas e a economia de inúmeros países não podem continuar a ser sacrificadas dessa maneira.

Com a descoberta da maioria das vitaminas e dos nutrientes essenciais à otimização do metabolismo celular, entre 1920 e 1935, ficou evidente que sem os nutracêuticos as células não funcionam adequadamente e as doenças são a consequência mais óbvia.

Por isso, a primeira estratégia utilizada pela indústria farmacêutica foi tentar bloquear qualquer informação positiva nessa direção, enquanto que a segunda foi de desqualificá-las, tornando ilegal qualquer modo de prevenção ou terapia que utilize os nutracêuticos. E com o ensino da medicina focalizando o uso das drogas farmacêuticas qualquer tratamento natural passou a ser considerado como algo "desatualizado".

Assim, por mais de meio século, gerações e gerações de médicos deixaram as faculdades sem o menor conhecimento sobre a função das vitaminas, minerais etc., em relação à saúde. E certamente também desconhecendo que só no ano de 1937 três cientistas foram laureados com o Prêmio Nobel devido às suas pesquisas em relação às vitaminas.

Nota: O Prêmio Nobel de Química foi dividido entre o inglês Dr. Walter Norman Haworth (1883-1950), por seus estudos sobre os carboidratos e a vitamina C, e o suíço Dr. Paul Karrer (1889-1971), por suas investigações sobre os carotenóides, flavonas, vitaminas A e B2.

O Prêmio Nobel de Medicina foi para o húngaro Dr. Albert Szent-Györgyi Von Nagyrapolt (1893-1986), que descreveu o processo de combustão biológica, enfatizando o papel da vitamina C.

Agora, no início do século XXI, o ser humano vai acordar de um pesadelo. Com o acesso à informação sobre os nutracêuticos necessários à otimização das funções celulares, duas em cada três pessoas poderão salvar suas vidas. Embora para persuadir o povo e os profissionais da saúde do contrário a indústria farmacêutica venha gastando duas vezes mais recursos financeiros em propaganda do que em pesquisa.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), criada em 1948, com o objetivo de melhorar a saúde dos povos, durante a sua primeira década de existência publicou o boletim anual Joint Reports on Nutrition, junto com a Organização para a Agricultura e a Alimentação (ou FAO - Food and Agricultural Organization).

Em 1963, porém, já tendo se tornado um instrumento do cartel farmacêutico, a OMS forma uma nova comissão - o Codex Alimentarius - que passa a combater o uso dos nutrientes como elementos de prevenção, cura e erradicação das doenças, de modo mais específico, isto é, estabelecendo, por lei, "limites máximos" para o consumo dos nutrientes, impedindo de serem utilizados como elementos terapêuticos.

Deflagrava-se, assim, uma "guerra santa" contra as medicinas naturais e a disseminação de informações sobre os benefícios dos micronutrientes. Isso permitiu que durante 40 anos o cartel farmacêutico utilizasse a infra-estrutura da OMS para ditar seus interesses e monopolizar o acesso à "saúde".

Com metade dos seus membros envolvidos, direta ou indiretamente, com a indústria farmacêutica, o Codex Alimentarius tentou tornar ilegais as terapias naturais nos Estados Unidos. A proposta, entretanto, acabou derrotada pela aprovação, por unanimidade, do Dietary Supplement Health and Education Act, em agosto de 1994.

Ficou assim, portanto, garantido ao povo americano o livre acesso às terapias alternativas e informações relativas aos métodos naturais de terapia e prevenção - os direitos civis são tão sagrados nesse país que, em tempos de paz, tal proibição é impossível de ser aceita.

Com mais de 50% dos americanos já consumindo, regularmente, micronutrientes como meio de melhorar a saúde, a única maneira de lhes tirar essa liberdade seria sob leis marciais postas em vigor, alegando-se "Guerra ao Terrorismo" ou coisa que o valha.

Não tendo conseguido alcançar seus objetivos, o Contex redobrou seus esforços e recursos financeiros visando à proibição da divulgação de qualquer informação relativa à prevenção e tratamento relacionados aos nutrientes - recomendação que, caso algum dia venha a ser aprovada pela United Nations General Assembly, terá que ser adotada por todos os países membros da ONU.

Contra essa agenda do cartel farmacêutico, temos organizado, regularmente, protestos, campanhas e conferências científicas. E, tendo conseguido que mais de 600 milhões de cartas chegassem aos governantes e parlamentares antes do encontro do Contex, em novembro de 2002, em Berlim, tal proibição ainda não conseguiu ser implementada.

Durante a exposição do programa Health for All by the Year 2020 para mais de cem chefes de Estado, por ocasião da Cúpula Mundial de Johannesburg, em agosto de 2002, chamei a atenção para a natureza fraudulenta do "comércio das doenças" utilizado pela indústria farmacêutica e dei início à batalha pela reconquista da OMS.

Dois anos antes, a delegação da África do Sul já havia se recusado a pagar os royalties e até mesmo a distribuir medicamentos contra a Aids. E, por isso, foi processada pela International Federation of Pharmaceutical Manufacturers. Diante, porém, do número de protestos vindos de todas as partes do mundo, em janeiro de 2001, o cartel farmacêutico retirou o processo contra Pretória - a primeira vitória histórica contra a hipocrisia do Contex Alimentarius.

Os governos da Jordânia, Emirados Árabes, Nigéria, África do Sul, Angola, Mali e muitos outros países da África, assim como a República Popular da China, já estão decididos a adotar medidas baseadas nos processos de cura natural. Cabe, portanto, aos países da África, Ásia e América do Sul liderarem essa batalha, que será disputada com a mesma brutalidade que qualquer campanha militar, cujo tempo de duração dependerá do nível de conhecimento do povo para que ele possa pressionar seus governantes a tomarem medidas condizentes em nível nacional e internacional.

É preciso que todos saibam que embora o cartel farmacêutico afirme que os nutrientes provocam efeitos colaterais, isso é impossível, pois eles são o material de construção do organismo e qualquer excesso é eliminado sem problema algum. Já as drogas farmacêuticas, cuja natureza sintética o organismo não reconhece, atuam de modo oposto (se acumulam no organismo). Com esses argumentos o Codex Alimentarius também mostra ignorar o artigo publicado no Journal of the American Medical Association - JAMA, de 15 de abril de 1998, que aponta os fármacos como a quarta (ou terceira?) causa mortis no mundo industrializado.

Já está cientificamente provado que qualquer vírus pode ser parcialmente ou completamente bloqueado pelas terapias naturais. Em um estudo publicado em 1990 no Proceedings of the National Academy of Science USA - uma das publicações científicas mais lidas em todo o mundo - constatava-se que a vitamina C é capaz de bloquear a replicação do vírus HIV em mais de 99,9%.

Isso significa que há mais de uma década a indústria farmacêutica, a OMS e o establishment sabem não apenas existirem alternativas naturais contra os vírus, mas também que elas são mais efetivas do que qualquer fármaco. O problema é que elas não são patenteáveis (e sem a patente, a indústria farmacêutica não tem lucro).

Os aminoácidos lisina e prolina são igualmente fundamentais ao bloqueio da disseminação dos vírus, pois eles se propagam digerindo os tecidos adjacentes, ou seja, o colágeno. Isso significa que basta que a enzima colagenase seja neutralizada para que a disseminação dos vírus seja prevenida ou minimizada.

Desde que decidi continuar a segurar a tocha até então carregada por Linus Pauling, estive consciente do perigo que correria. E assumir a batalha de libertar o ser humano da indústria farmacêutica, que promete saúde mas vende a doença, foi uma decisão deliberada.

Na verdade, desde que descobri a conexão do escorbuto com as doenças cardiovasculares, soube que eu representava uma ameaça para a indústria farmacêutica. Esta, porém, sem argumentos científicos que se oponham às minhas descobertas, se restringe a tentar me desqualificar como pessoa - destino de todos que se atrevem a se levantar pelo que é de direito.

Quando os lares, clínicas, hospitais etc. adotarem os meios naturais de saúde, os grupos que têm interesse financeiro no "comércio da doença" da indústria farmacêutica serão privados do dinheiro necessário para financiar a guerra. Por isso, a saúde também é o fator mais estratégico e poderoso para nos garantir uma vida pacífica.

Os Estados Unidos e o Reino Unido (os dois países que declararam guerra ao Iraque, não por acaso) são os dois maiores exportadores de produtos farmacêuticos. O dinheiro relativo à venda de duas entre cada três pílulas de remédios no mundo inteiro retorna para eles. Mas o conhecimento científico hoje existente já é suficiente para eliminar três quartos das doenças dos países industrializados.

Nos países em desenvolvimento mais de dois bilhões de pessoas sofrem de carência de micronutrientes, tornando-as susceptíveis às doenças infecciosas e outros problemas de saúde. Por isso, o conhecimento sobre os benefícios dos micro-nutrientes é fator crucial à melhoria da saúde e bem-estar de todos.

Imaginem a quantidade de dinheiro que sobrará para ser aplicado em educação e outras medidas sociais quando deixar de ser drenado pela indústria farmacêutica - serão multitrilhões de dólares disponíveis tão logo o "comércio das doenças" seja banido do planeta.

Obviamente ainda existirão doenças no ano 2020, porém os ataques de coração, infartos, câncer, osteoporose e muitas outras deixarão de ser epidêmicas. Estou convencido da contribuição que nossa Fundação poderá dar para que tenhamos "Saúde para Todos no Ano 2020".

Atualmente, nosso maior meio de comunicação é a página da Fundação na Internet. E enquanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) falhar na sua missão de prover informações sobre os meios naturais de saúde a todos os povos, nós a assumiremos. Por isso, fizemos dessa página uma das principais fontes de informação para pacientes, políticos e profissionais da saúde.

Para isso estamos nos empenhando para que tais informações estejam disponíveis em várias línguas. Pedimos, porém, a todos que nos enviem informações sobre projetos-piloto, já implementados ou não, que estejam fazendo, com o objetivo de expandir informações e terapias naturais na sua comunidade, cidade ou país. "

Sobre o meu Livro (E-book)

Começo reproduzindo dois casos gravíssimos de câncer, do meu E-book "Saúde e Nutrição para o Século 21". Ambos tiveram resultado feliz:

WILLIAM SYKES
No outono de 1975, William Sykes, de Tampa, Flórida, havia desenvolvido uma leucemia linfocítica, além de câncer do baço e do fígado. Após a remoção do baço os seus médicos lhe disseram que na melhor das hipóteses ele teria mais uns poucos meses de vida. Recomendaram-lhe a quimioterapia, não para cura mas para tentar lhe dar mais umas semanas de vida. Em vez disso o sr. Sykes optou pelo laetrile. E segundo as suas próprias palavras, eis o que aconteceu:

“Quando nós vimos o médico algumas semanas mais tarde, ele explicou como e porque o laetrile estava ajudando muitos pacientes de câncer, e sugeriu que eu recebesse injeções intravenosas de 30 cm3 de laetrile diariamente pelas próximas três semanas. Ele também me forneceu enzimas e uma dieta para eu seguir, com suplementos alimentares. Em poucos dias eu me sentia melhor, todavia na sua terceira visita o doutor me revelou que não poderia mais me tratar. Preveniram-no de que se continuasse a aplicar o laetrile a sua licença de médico seria cassada. Contudo ele ensinou à minha esposa como administrar essa vitamina, vendeu-nos o suprimento que ainda tinha e nos deu o endereço onde poderíamos obter mais.”

“Na semana seguinte continuei com o tratamento planejado e me sentia melhor a cada dia. Em uma tarde o médico de Ann Arbor telefonou para perguntar porque eu não havia regressado para a quimioterapia. Ele disse que eu estava jogando uma "roleta russa" com a minha vida. Finalmente ele me persuadiu a voltar para a quimioterapia, e voltei com os tratamentos em Ann Harbor. A cada dia eu ia me sentindo pior. Meus olhos ardiam, meu estômago parecia estar-se incendiando. Em poucos dias eu estava tão fraco que mal eu conseguia sair da cama. A "cura" (as aspas são dele mesmo) estava me matando mais rápido que a própria doença. Eu não podia mais concordar com aquilo e suspendi a quimioterapia.”

“Dei continuidade ao programa com o laetrile e suplementos alimentares e rapidamente fui me sentindo melhor. Dessa vez os bons resultados do laetrile foram mais lentos, porque além do câncer eu tinha de vencer os efeitos da quimioterapia. Em pouco tempo eu poderia fazer de novo os meus esforços e exercícios, sem me cansar. Vinte anos atrás os médicos vaticinaram que eu só viveria mais uns poucos meses, e agora, aos 75 anos de idade ainda jogo tênis duas vezes por semana.”

Em uma carta ao autor G. Edward Griffin, datada de 19 de junho de 1996, a sra. Hazel Sykes adicionou o seguinte informe:

“Depois que Bill havia vencido o câncer um dia veio um médico a ele (Esse era um M.D. - Medical Doctor- que aplicava quimioterapia num hospital bem conhecido). Ele queria saber como Bill tinha derrotado o câncer, porque a sua esposa estava muito doente, com câncer. Bill disse-lhe: ‘eu nunca daria quimioterapia a nenhum dos meus amigos ou familiares.’ Esse não foi o único médico que veio até Bill com a mesma pergunta.”

BUD ROBINSON
A seguinte carta de Bud Robinson, de Phoenix, Arizona, enviada ao Dr. Ernst Krebs Jr., dispensa comentários adicionais:

“Prezado Dr. Krebs [a quem se atribui a descoberta da vitamina B-17, que sintetizou com o nome de laetrile e já era conhecida e aplicada desde 1835, pelo menos, com o nome de amidalina]:

Obrigado por me proporcionar mais um aniversário (17 de maio). Por favor, novamente, lembre-se do dia 15 de novembro de 1979, quando o meu médico e mais quatro urologistas prognosticaram-me que eu teria no máximo mais quatro meses de vida, devido ao meu câncer de próstata, e tomaram providências para eu me submeter a radiação e quimioterapia. Eu sabia que tais sessões iriam me matar, caso o câncer não o fizesse, e recusei o tratamento deles. Então, numa tarde de domingo eu contatei o sr. por telefone e adotei o seu simples programa. Estou com 71 anos de idade e estou comemorando 13 anos [de sobrevivência]. Três daqueles quatro urologistas morreram de câncer da próstata, e 40 ou 50 pessoas se mantêm vivas hoje, e passando bem, porque elas seguiram o meu simples programa Krebs. Obrigado, mais uma vez, por ter salvo minha vida. Seu amigo, H. M. ‘Bud’ Robinson."

Essa carta foi escrita em 1992. Quando o autor o contatou, em junho de 1996, o sr. Robinson continuava bem e forte, aos 75 anos, e até então ele já ajudara 90 doentes a se recuperarem de câncer. O uso da amidalina [outro nome do laetrile] para tratar o câncer não é novidade. O caso mais antigo registrado foi publicado em 1845 na Paris Medical Gazzette. Deram a um jovem paciente de câncer 46.000 mg (ou seja, 46 gramas), durante um período de diversos meses, em 1842, e conforme se divulgou, continuava vivo à época do artigo, três anos mais tarde. A partir de 1834 uma mulher com câncer espalhado pelo corpo recebeu quantidades variáveis de amidalina e continuava sobrevivendo ao câncer na ocasião da reportagem, onze anos depois.

Desde a publicação dessa matéria houve literalmente milhares de histórias publicadas e documentadas, sobre casos semelhantes. É importante saber isso, porque, como previamente demonstrado, os porta-vozes da medicina convencional determinaram autoritariamente que simplesmente não há evidência de que o laetrile funciona. Mas a verdade é outra, pois as evidências estão em todos os lugares. Quando confrontados, perante tais evidências, alguns médicos, em razão do seu viés contra a medicina nutricional, buscam explicações alternativas. A preferida deles é a de que o organismo deu uma resposta tardia aos tratamentos deles contra o câncer. No entanto são raros os casos com tais tipos de respostas. Em determinados locais onde o câncer se instalou -como, p. ex., o corionepitelioma nos testículos- tais alegadas respostas tardias de cura são tão raras que se ocorrerem vão desafiar as análises estatísticas. E quando surge alguém não com um só mas com uma coleção de casos de câncer, desses tipos determinados, e todos com resposta positiva ao tratamento com a vitamina B-17, é irracional creditar as melhoras a “regressões espontâneas”...

Meu livro E-book, "Saúde e Nutrição para o Século 21" possui 472 páginas, em PDF, e é fruto de cerca de 35 anos de estudos e análises, como autodidata. Da mesma maneira que como autodidata fui campeão brasileiro como autor de palavras cruzadas aos 18 anos de idade, e tendo inglês no máximo mediano elaborei palavras cruzadas na língua inglesa, e tenho sido primeiro lugar mundial nos rankings do exigente e criterioso Google, como Crosswords master (mestre em palavras cruzadas), à frente dos campeões norte-americanos, ingleses, escoceses, irlandeses, canadenses, australianos, neozelandeses, indianos, e outros, desde 2004, na língua deles. Inovei nas técnicas cruzadísticas, empregando até um método algébrico que idealizei.

Procuro realizar bem meus projetos, como este de ter preparado um livro com visão holística, indo mais adiante da saúde física, pois há muitos outros fatores, como os emocionais e mentais e as variáveis do ambiente onde se vive, onde se dorme, onde se passa a maior parte do tempo, por anos seguidos. De tal modo que o meu desafio é sempre ir além, não um passo, mas o máximo possível, e depois mais um pouco, assim como procedia na composição de cruzadas e charadas, que me renderam dezenas de prêmios (em concursos e torneios com os melhores do Brasil) e vários recordes em língua portuguesa, desde o final dos anos 70.

Elaborei o livro não para mim, entretanto sabendo que nele estariam muitas dezenas de informações que dificilmente se acham na mídia ou nos outros livros, nas escolas ou na maioria das faculdades. Sempre vejo as novidades, lançamentos das editoras, e o que já há nas bibliotecas. Escrevo isso não como arrogância, todavia para que ao menos me ouçam, analisem as minhas palavras, que são verdadeiras, porque nunca quis ficar rico mas sempre procurei ajudar, ensinar, para que este mundo melhore. Assim é que me sinto bem. E este é o objetivo do site, aliás como friso no alto da sua página principal.

Garimpei, achei agulhas preciosas de ouro, em meio a palheiros, com afinco, persistência e uma mente treinada em decifrar coisas complexas. Umas trinta mil horas de trabalho árduo.

E é gratificante ver esse esforço também reconhecido pelo Google: primeiro lugar como New Brazilian Author, primeiro como Cura Natural e segundo como Cura do Câncer. Isso não é para mim mas para o trabalho efetuado, para que sirva como exemplo. Tenho dedicado milhares de horas nas últimas décadas ao estudo e divulgação de coisas úteis, em prol das crianças, jovens, adultos, idosos, famílias, animais, preocupando-me com a ecologia e o futuro de todos os seres e do planeta.

O plano do livro é educativo, informativo, e ao mesmo tempo de conscientizar. Porquê certas informações de profunda relevância não se acham nas obras disponíveis nas livrarias? Que a cultura tenha a verdade como conteúdo e nunca falácias, pseudo-verdades, tão em voga e tão arraigadas nas vidas de milhões de semelhantes nossos, iludidos por ditames da saúde oficial, da nutrição regulamentada e dos sistemas médicos e hospitalares institucionalmente não harmonizados à Natureza.

Às vezes há interesses velados de bilhões de dólares. De acordo com o médico Dr. Vernon Coleman, de fama internacional, que é mencionado no livro, a medicina possui hoje um conhecimento 15 vezes maior que o de algumas décadas atrás. Porque então as doenças têm aumentado, em vez de diminuir? Câncer, AIDS, doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade, osteoporose, artroses, em índices estatísticos galopantes. Não tem havido uma adequação do progresso industrial à saúde da população. Muito do que é considerado moderno é nocivo à saúde.

Esta obra traz alternativas extraordinárias, muito pouco divulgadas, todavia de grande proveito para todas as famílias. Dezenas de médicos ilustres são citados, e eles – uma minoria, ainda, na sua classe - comprovaram que o restabelecimento, a regeneração, a recuperação dos doentes, demasiadas vezes (ou quase sempre) podem e poderiam ser simples, por caminhos sem pedras, naturais, recuperando a felicidade e a alegria do paciente e dos seus entes queridos.

Divulguei os temas do livro em ônibus, por 5 anos, em apostilas, a umas 200 mil pessoas, na Grande São Paulo, mais ou menos de 1995 até o final do ano 2000, em quase todas as minhas horas vagas abdicando de cinema, teatro, shows, com pequenas preleções. Com a minha percepção e compreensão holísticas percebi a importância das informações. Diversas vezes conversei com médicos nos ônibus, por exemplo na região da Vila Clementino, do Ibirapuera e da Liberdade, onde existem vários hospitais, e os mesmos demonstraram surpresa e admiração com algumas informações das apostilas, e confessaram que as desconheciam. Ao que eu respondia que eram ensinamentos raramente passados pelas Faculdades, embora aplicados por alguns dos maiores médicos do mundo.

As apostilas deram origem ao livro, cujos originais tripliquei, recentemente, em termos de extensão de texto (em K bytes). Isso foi conseguido mediante ingentes esforços, em cerca de três meses, compreendendo, traduzindo e reelaborando muitas dezenas de páginas.

Creio que o intuito altruístico desta obra merece ser reconhecido e apoiado, patrocinado. Quem é beneficiado ou deseja também o bem da humanidade, como eu, pode demonstrar altruísmo e participar, com apoio ou patrocínio logístico/financeiro. Surgindo uma verba razoável e justa disponho o livro na INTERNET, de graça, para todos, e imediatamente já começo nova ampliação do conteúdo. Assim, muito mais pessoas podem receber os ensinamentos, informações e atualizações. Afinal, este trabalho vem sendo ampliado, corrigido e melhorado, tanto quanto possível.

É sobejamente reconhecida a enorme influência da propaganda na mente das populações. E no meu livro apresento denúncias de médicos renomados, de como os grandes magnatas dos sistemas de saúde, principalmente jungidos aos grandes laboratórios transnacionais, têm gasto bilhões de dólares em propaganda. O Dr. Matthias Rath afirma que a verba publicitária dessas imensas indústrias é o dobro daquela investida em pesquisas. O mesmo corajoso e internacionalmente famoso médico diz que os laboratórios em geral investem em remédios que mascaram os sintomas mas não curam os piores males, já que quanto mais as doenças persistem ou aumentam mais eles enriquecem.

No meu livro há dezenas de soluções extremamente simples, naturais, acessíveis, apontadas por ilustres cientistas e médicos, cujos nomes são lá mencionados. Bilhões de dólares são despendidos para convencer os cidadãos sobre a "importância" de certos farmacoquímicos, e da "absoluta necessidade" de determinados tratamentos muito agressivos ou invasivos, que deixam severas sequelas. E a maioria acaba acreditando nesses produtos e métodos "confiáveis". Fortunas são investidas em departamentos de marketing, na contratação de escritores-fantasma e tudo o mais, para manter esse questionável e ditatorial império da "saúde". No entanto, muitas coisas boas são por eles condenadas publicamente, aleivosamente tachadas de "charlatanismo", "arriscado", "perigoso", " crendice popular", etc.

É deveras gratificante compreender que a realidade é diametralmente oposta. E em alguns países, como a Alemanha, p. ex., grande parte dos médicos aplica os fitoterápicos. No meu livro apresento nâo só críticas a uma série de posturas, porém principalmente alternativas viáveis, com relatos de médicos e de pacientes, de pessoas desenganadas pela Medicina e que se restabeleceram, continuando bem por dez anos ou mais, não obstante o prognóstico prévio dos oncologistas ou cardiologistas, de que a sobrevida desses pacientes seria de poucos meses ou semanas. Como? Com meios naturais, quase sempre. E há uma fartura deles descritos no livro.

A felicidade é algo essencial, que vem da consciência, da alma, do espírito. E é claro que com uma boa saúde fica mais fácil alguém ser feliz. Qualquer um pode usufruir de benefícios imediatos, ao compreender certas verdades muito simples, que costumam ser ignoradas. Espero que esta obra seja proveitosa a todos. Quanto melhor seja a acolhida, mais motivação terei para a lapidar e ampliar, com novas informações, relatos.

O mesmo ainda não foi editado e é vendido somente por este pesquisador, autor e conscientizador. Um livro para toda a família, com ensinamentos úteis para o resto da vida.

P. S.: O meu livro traz várias maneiras diferentes pelas quais pessoas lá citadas tiveram um surpreendente êxito contra vários tipos diferentes de câncer. Porém, meu livro não é de auto-medicação, é informativo e de conscientização. Consulte sempre bons e atualizados profissionais da saúde. Espero que todos tenham a sorte de os encontrar.

O arquivo contendo o livro completo segue por e-mail, 1 ou 2 dias úteis, ou, se possível, no mesmo dia, após eu ter confirmado o depósito em dinheiro, conforme os dados abaixo.

Depositar R$ 30,00 (trinta reais) em dinheiro:
Banco Itaú, agência 0393, conta 61704-8,
São Paulo, Brasil, em nome de Euro Oscar C. Nogueira.
Avisar por e-mail, para eu confirmar: eurooscar@gmail.com


Ou pelo PayPal (link abaixo), por R$ 35,00
(trinta e cinco reais), pois o PayPal me cobra uma
taxa, e tenho mais algumas despesas operacionais.

E-book com 472 páginas

Todas estas informações foram atualizadas em 15 de outubro de 2011.
Muito obrigado.

Atenciosamente,
O autor, Euro Oscar.

Índice completo do livro

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