FRASES DE LULA - 1
FRASES FAMOSAS e PENSAMENTOS CÉLEBRES
"Depois que fiz uma caravana pelo Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, voltei convencido de que o Brasil precisaria transformar essa região, como Roosevelt pensou o Vale do Tennessee, nos Estados Unidos."
"É preciso que a gente acredite e redesenhe o Brasil que queremos, porque, se a gente ficar como um bando de madona chorona, que levanta todo dia achando que nada vai dar certo, é melhor nem sair de casa."
Obs.: Em 2005, em discurso em Aparecida de Goiânia (GO).
"Estamos dando um sinal ao mundo de que, em um futuro bem próximo, o petróleo não será motivo para que haja guerra no mundo ou para que um país consumidor invada um país produtor."
Obs.: Em 2005, durante homologação da primeira usina autorizada a comercializar combustível verde, o chamado biodiesel.
"Estou feliz porque acho que nós vamos conseguir fazer mais do que prometemos durante a campanha, sem ficar olhando o adversário. Eu não fui eleito para ficar falando mal de ninguém. Eu fui eleito para governar."
Obs.: Em 2004, em um evento em Santa Catarina, revelando estar feliz por confiar que vai realizar no governo mais do que prometeu.
"Eu estou presidente. Mas sou mesmo é dirigente sindical."
Obs.: Em 2005, em encontro com dirigentes trabalhistas.
"Muita gente que estava desempregada agora faz um biquinho. É assim que nosso querido Brasil vai se desenvolver."
Obs.: Em 2005, explicando sobre a oscilação dos empregos.
"Na hora em que o pobre conquista um milímetro de espaço, ele incomoda, mesmo que não tenha tirado um milímetro de espaço dos ricos, mas eles ficam incomodados."
Obs.: Em 2005, durante cerimônia de sanção do Prouni (Programa Universidade para Todos) no Palácio do Planalto.
"Nós poderemos fazer do século XXI o século do Brasil."
Obs.: Em 2005.
"O Bolsa-Família é um grande programa. Às vezes ele incomoda um pouco os adversários, mas ele é o mais importante programa de transferência de renda que nós temos em toda a América Latina, e ele vai continuar crescendo (...) e, se Deus quiser, em 2006, atingiremos a totalidade das famílias que, pelo IBGE, estão abaixo da linha da pobreza."
Obs.: Em 2005, no programa de rádio "Café com o Presidente."
"O Brasil teve um ministro da Educação chamado Eduardo Portela (governo João Figueiredo), que, uma vez, deu uma declaração dizendo: "Eu não sou ministro, eu estou ministro." "...A gente tem de ter muita consciência de que o mandato é muito passageiro. Voltamos a ser o que éramos. Não há eternidade na função, se não a democracia corre sérios riscos."
Obs.: Em 2005, às vésperas de fazer uma reforma ministerial, afirmando que os políticos deveriam estar conscientes de que um mandato é passageiro.
"O Estado nada mais é que uma mãe, e a mãe sempre vai dar mais atenção ao filho mais fraquinho."
Obs.: Em 2005.
"Olho para 2005 e vejo um mar de almirante e um céu de brigadeiro."
"Política é olho no olho."
Obs.: Em 2005, durante a visita oficial à Nigéria, defendendo suas costumeiras viagens ao exterior.
"Por mais que você não goste de sua aparência, afirme-se bonito."
"Precisamos mudar as relações de força no mundo. Não podemos ser observadores passivos de decisões que afetam diretamente o nosso destino. (...) Juntos temos de lutar pela eliminação dos pesados subsídios e de outras medidas protecionistas praticadas pelos países ricos."
"Quando terminar meu mandato, não vou nem para a França nem para os Estados Unidos fazer pós-graduação, vou para São Bernardo do Campo, que é onde eu sempre vivi e onde estão meus companheiros."
Obs.: Em 2005, em discurso no Fórum Social Mundial, em Porto Alegre.
"Quem o Severino pensa que é? Quem manda aqui sou eu."
Obs.: Em 2005, irritado com um ultimato dado pelo presidente da Câmara.
"Quem tiver terra grilada, o governo vai tomar conta dessa terra, porque o Brasil não é terra de ninguém. Este país tem governo, tem lei, e a lei vale para o presidente e para um pistoleiro."
Obs.: Em 2005.
"Queria dizer ao presidente Wade e ao povo do Senegal e da África que não tenho nenhuma responsabilidade pelo que ocorreu no século 18, nos séculos 16 e 17. Mas penso que é uma boa política dizer ao povo do Senegal e ao povo da África: perdão pelo que fizemos aos negros."
Obs.: Em 2005, em discurso na Casa dos Escravos, em Dacar, capital do Senegal.
"Se eu ceder, acabou o governo. Tem alguém que possa segurar o Severino?" Obs.: Em 2005.
"Vou a Davos hoje para dizer o que eu estou dizendo aqui. Fui convidado para ir ao G8, estarei lá e direi a eles o que eu estou dizendo aqui. Seria muito mais fácil eu reunir meus amigos e tomar meia dúzia de refrigerantes e ficar em torno de uma mesa apenas falando o que meus amigos gostariam de ouvir."
Obs.: Em 2005, durante discurso no Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, defendendo sua ida ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.
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